Uma comitiva brasileira, chefiada pela Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), está realizando desde o último dia 31 de agosto, com término em 4 de setembro, visitas técnicas aos sistema hidroviário e portuário da Holanda. A comitiva, liderada pelo diretor Murillo Barbosa, é integrada por representantes da Agência, do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), da Secretaria Especial de Portos da Presidência da República, da Agência Nacional de Águas e da Marinha do Brasil.
Durante a viagem, a delegação brasileira visitará os portos de Roterdã e de Amsterdã. Além disso, a comitiva conhecerá centros de treinamento voltados para atividades marítimas e portuárias. Haverá, ainda, uma visita ao Instituto de Pesquisa Marítima (Marin), em Wageningen, uma pequena cidade universitária dos Países Baixos.
Roterdã é o principal porto da Europa e um dos mais importantes do mundo. Em 2008, movimentou cerca de 420 milhões de toneladas, enquanto o porto de Santos, principal brasileiro, movimentou 83,3 milhões de toneladas.
De acordo com o diretor Murillo Barbosa, as visitas técnicas servirão para que os membros da comitiva aprofundem conhecimentos sobre portos modernos. Roterdã e Amsterdã são exemplos disso. “Roterdã, que é um dos principais portos do mundo, tem como uma de suas características principais a intermodalidade com os demais modais de transporte, em especial o hidroviário. O porto tem acessos rodoviários, ferroviários e hidroviários”, ressaltou Barbosa.
Outras visitas
Os brasileiros visitarão, ainda, centros de gerenciamento de vias navegáveis interiores e eclusas. Além disso, conhecerão os órgãos responsáveis pela inspeção, monitoramento, controle e construção de embarcações, bem como pela formação de tripulações e pela prevenção da poluição ao meio ambiente.
A comitiva nacional aproveitará, também, para conhecer um pouco mais sobre a infraestrutura hidroviária da Holanda. Para isso, a delegação brasileira visitará terminais de contêiner fluviais, entre os quias um terminal portuário que pode ser denominado como “trimodal”, pois possibilita a ligação do modal aquaviário com os modais rodoviário e ferroviário.







