Assentamentos recebem casas com madeira certificada

Em: 27 de julho de 2010
Recursos da ordem de R$ 12,6 milhões serão investidos pela superintendência regional do Incra no Amazonas para a construção de 843 casas em cinco assentamentos da reforma agrária de quatro municípios da calha do Alto Solimões
Recursos da ordem de R$ 12,6 milhões serão investidos pela superintendência regional do Incra no Amazonas para a construção de 843 casas em cinco assentamentos da reforma agrária de quatro municípios da calha do Alto Solimões

Recursos da ordem de R$ 12,6 milhões serão investidos pela superintendência regional do Incra no Amazonas para a construção de 843 casas em cinco assentamentos da reforma agrária de quatro municípios da calha do Alto Solimões (extremo oeste do estado, na fronteira com Colômbia e Peru). As habitações, feitas com madeira certificada (que garante que o material não vem de extrações ilegais) deverão ficar prontas em um ano, a contar da assinatura dos contratos, o que ocorrerá nos próximos dias.
Quatro empresas, selecionadas em tomada de preço, ficarão responsáveis pelas obras. Cada casa, com área de 46 metros quadrados, custará R$ 15 mil e terá varanda, sala, dois quartos, cozinha, banheiro interno, fossa ecológica, cobertura de telha, kit pró-chuva e janelas teladas.
No Projeto Agroextrativista Ilha do Aramaça, no município de Benjamim Constant, serão construídas 147 casas, no valor de R$ 2,2 milhões, sob a responsabilidade da empresa Aguiar e Silva. Já no Projeto Casulo (PCA), no município de São Paulo de Olivença, o investimento será da ordem de R$ 1,89 milhões, para a construção de 126 casas, a cargo da Construtora Medina.
No Projeto Agroextrativista Guarani, no município de Amaturá, 166 casas serão construídas pela empresa Construamazon, no valor de R$ 2,49 milhões. Por fim, no Projeto Agroflorestal Rio Iça, no município de Santo Antônio do Iça, serão construídas 83 casas, com investimentos de R$ 1,24 milhões. Ainda no mesmo município, serão construídas outras 321 unidades, no Projeto Agro-extrativista Vila Alterosa, no valor de R$ 4,81 milhões. Nos dois casos, as obras estão sob responsabilidade da empresa ECCAM Empreendimentos.
Todas as casas serão construídas com madeira certificada. Esta exigência foi feita no edital que selecionou as empresas construtoras. A madeira deverá ser originária de projeto de manejo, com o Certificado de Origem Florestal e demais exigências das leis ambientais. A certificação garante que o processo de extração cumpriu todas as exigências legais.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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