Balança começa 2009 com queda de 18% nas exportações

Em: 12 de janeiro de 2009
A balança comercial começou 2009 registrando desaceleração nas exportações. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, nos seis primeiros dias úteis do ano, as exportações somaram US$ 2.958 bilhões (média diária de US$ 493 milhões)
A balança comercial começou 2009 registrando desaceleração nas exportações. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, nos seis primeiros dias úteis do ano, as exportações somaram US$ 2.958 bilhões (média diária de US$ 493 milhões)

A balança comercial começou 2009 registrando desaceleração nas exportações. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, nos seis primeiros dias úteis do ano, as exportações somaram US$ 2.958 bilhões (média diária de US$ 493 milhões). O número representa uma queda de 18,3% em relação a janeiro de 2008 e de 21,5% na comparação com dezembro.
As importações ficaram em US$ 2.970 bilhões (média diária de US$ 495 milhões). A média diária das importações recuou 11,9% na comparação com janeiro e 5,4% em relação a dezembro.
A diferença entre exportações e importações resultou em um déficit de US$ 12 milhões na balança, o que significa que o Brasil comprou mais do que vendeu para o exterior.
O Banco Central prevê um superávit de US$ 17 bilhões para este ano. Na pesquisa Focus, os economistas estimam um resultado positivo de US$ 14.5 bilhões. A balança comercial do país fechou 2008 com pior resultado desde 2002, devido à forte alta das importações no ano.
O superávit foi de US$ 24.7 bilhões, queda de 38% em relação a 2007. No começo do ano, o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, disse que o desempenho da balança em 2009 vai depender da “imaginação” dos exportadores brasileiros e do preço das commodities -produtos básicos, que puxam as vendas do Brasil para o exterior.
O Ministério do Desenvolvimento espera manter a quantidade exportada em 2007 e 2008, cerca de 470 milhões de toneladas de produtos, mas informou que não é possível falar em valores nesse momento de instabilidade de preços.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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