Além das aquisições no mercado externo, o Banco do Brasil avalia a compra de mais instituições financeiras e de negócios na área de seguros dentro do país. Em janeiro, deve ser dada alguma “sinalização” em relação à possibilidade de o banco estatal comprar uma corretora de valores. Hoje, a instituição já possui uma participação de 50% na corretora do Banco Votorantim, mas não está descartada outra aquisição nessa área.
Compra indefinida
Outro negócio que segue indefinido é a compra de BRB (Banco de Brasília). O problema, nesse caso, não são as recentes denúncias contra o governador José Roberto Arruda (ex-DEM), mas o preço. Já foram feitas duas avaliações sobre o valor da instituição, mas os números do BB e do governo local não batem.
De acordo com o vice-presidente de Finanças do BB, Ivan Monteiro, há divergências entre os valores dos ativos e passivos da instituição. Ele destaca também que o principal atrativo do BRB é a folha de pagamentos do governo do Distrito Federal.
Mas essa exclusividade acaba em 2012, quando os servidores poderão escolher o banco em que querem receber o salário.






