A Bolsa de Londres fechou em queda de quase 1,5% ontem, um dia depois de um ganho de quase 3% devido ao anúncio do plano do governo americano para ajudar o setor bancário.
As Bolsas de Frankfurt e de Paris tiveram ganhos, mas modestos -os indicadores econômicos divulgados ontem afetaram a confiança dos investidores nos negócios.
A Bolsa de Londres fechou em baixa de 1,05% no índice FTSE 100, ficando com 3.911,46 pontos; e a Bolsa de Zurique teve queda de 0,15%, ficando com 4.923,66 pontos no índice Swiss Market.
A Bolsa de Paris subiu 0,17% no índice CAC 40, para 2.874,39 pontos; a Bolsa de Frankfurt teve alta de 0,26% no índice DAX, fechando com 4.187,36 pontos; a Bolsa de Amsterdã teve alta de 0,26% no índice AEX General, que ficou com 221,47 pontos; e a Bolsa de Milão teve alta de 0,24% no índice MIBTel, indo para 12.709 pontos.
O índice FTSEurofirst 300 -que reúne ações das principais empresas europeias- teve alta de 0,2%, ficando com 740,86 pontos, depois de oscilar durante o dia entre 750,71 e 734,04 pontos.
No pregão de hoje, as ações dos setores bancário e de mineradoras estiveram entre as maiores perdas, com destaque para os papéis do HSBC (-7,1%), BNP Paribas, Nordea Bank e Credit Suisse, com perdas entre 3,7% e 7,4%. Já as ações do Deutsche Bank subiram 4,5%.
Os setores de alimentos e farmacêutico, por sua vez, tiveram ganhos, com destaque para as ações da Danone, Nestlé, Sanofi-Aventis e Novo Nordisk, que subiram entre 1,6% e 3,7%.
Déficit em conta corrente da zona do euro registra crescimento em janeiro
O déficit em conta corrente da zona euro aumentou em janeiro, a 12,7 bilhões de euros (US$ 17.1 bilhões), contra um déficit de 7,6 bilhões de euros (US$ 10.3 bilhões), segundo dados preliminares divulgados na terça-feira pelo BCE (Banco Central Europeu).
O balanço em conta corrente é uma medida mais ampla que a balança comercial de um país, porque abrange não apenas o comércio de bens e serviços, mas também transferências unilaterais -que incluem recursos destinados a ajuda internacional.
Em janeiro fecharam no vermelho o intercâmbio de bens, transferências e depósitos; somente o intercâmbio de serviços registrou superávit.
Nas contas acumuladas dos últimos 12 meses, o déficit em conta corrente da zona do euro chega a 73,9 bilhões de euros (US$ 100.1 bilhões), o que corresponde a 0,8% do PIB (Produto Interno Bruto) da região.
A saída líquida de capitais -investimentos estrangeiros diretos e em carteira- na zona do euro em janeiro ficou em 22,8 bilhões de euros (US$ 30.9 bilhões).
Em dezembro, a saída líquida de capitais foi de 4,8 bilhões de euros (US$ 6.5 bilhões). Os dados de dezembro são revisados.







