As Bolsas européias conseguiram fechar em alta nesta quinta-feira, apesar de Wall Street ter cedido à tensão geopolítica desencadeada pelo assassinato da ex-primeira-ministra do Paquistão Benazir Bhutto e pelos dados abaixo do esperado de encomendas de bens duráveis às indústrias norte-americanas.
As ações ligadas aos setores de energia e metais foram os destaques de alta na Europa.
Em Londres, o índice FTSE 100 fechou em alta 0,29%, em 6.497,80 pontos, ficando um território positivo a maior parte do dia, exceto pelo breve recuo depois do anúncio de que os pedidos às indústrias dos EUA subiram apenas 0,1% em novembro, ante alta esperada de 3%. As ações do setor de energia subiram, depois que os estoques de petróleo dos EUA mostraram queda na semana passada. BG Group subiu 2,6% e o Cairn Energy disparou 6,2%. As mineradoras Kazakhmys e Xstrata subiram, respectivamente, 1,03% e 0,64% em linha com os preços do cobre.
Em Frankfurt, o índice DAX 30 fechou em alta de 0,5%, em 8.038 60 pontos, na volta do feriado de Natal, com os investidores tendo a primeira chance de atuar desde sexta-feira e em meio ao ajuste de carteiras de fim de ano, disse um trader. Em Paris, o CAC-40 subiu 0,24% para 5.627,48 pontos. A Air France-KLM terminou em baixa de 2,6% e a operadora de cruzeiros turísticos Carnival caiu 2,3%.
Mercado português
Em Lisboa, o índice PSI caiu 0,54% para 12.095,18 pontos. Galp Energia contrariou a queda generalizada do mercado português e terminou em alta de 4,68%. Em Madri, o IBEX-35 fechou em baixa de 0,2% em 15.256,2 pontos, seguindo Nova York. Repsol, contudo, subiu 1,7%, após a companhia concluir o acordo para vender sua unidade argentina YPF.







