Brasil cresce na criação de caprinos

Em: 19 de fevereiro de 2008
Os últimos levantamentos do IBGE (Ins­tituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), datados em 2006, apontam para um rebanho de 16 milhões de ovinos e cerca de 10,5 mi­lhões de caprinos nas propriedades do Brasil.
Os últimos levantamentos do IBGE (Ins­tituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), datados em 2006, apontam para um rebanho de 16 milhões de ovinos e cerca de 10,5 mi­lhões de caprinos nas propriedades do Brasil.

Os últimos levantamentos do IBGE (Ins­tituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), datados em 2006, apontam para um rebanho de 16 milhões de ovinos e cerca de 10,5 mi­lhões de caprinos nas propriedades do Brasil. O total de 26,5 milhões de cabeças coloca o país entre os maiores rebanhos do mundo, dentro do segmento da ovinocaprinocultura. No entanto, este número ainda não é suficiente para atender a demanda interna pelo produto.
De acordo com a Arco (Associação Brasileira dos Criadores de Ovinos), hoje a produção nacional gira em torno de 172 mil toneladas de carne ovina e caprina ao ano, muito aquém das 204 mil toneladas consumidas anualmente pelo país. O número, no entanto, não implica em um alto consumo.
Segundo levantamento da FAO, o Brasil consome apenas 0,7 quilos de carne ovina e caprina per capta por ano, metade do consumido pelo México (1,4 quilos) e Argentina (1,5 quilos). O número é ainda insignificante se compararmos com o índice neozelandês, de 39,7 quilos, o maior do mundo.
Há um potencial mercado para a ovi­nocaprinocultura no Brasil. Hoje, a produção nacional de carne do setor rende R$ 480 milhões. Se apenas a demanda interna atual fosse suprida, esse número aumentaria em R$ 90 milhões e exigiria a inclusão de 4,4 milhões de novas cabeças no rebanho nacional, segundo a Arco. Com uma maior difusão do hábito de consumo da carne ovina e caprina, estes números seriam ainda maiores.

Estudo – A Abravale (Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras e Usuários de Vale-Transporte e de Ou­tros Benefícios) publicou estudo que compila, pela primeira vez, dados econômicos do segmento de distribuição de vales-transporte. Trata-se de um setor que movimentou em 2007 R$ 8 bilhões por ano. Apenas as empresas distribuidoras –três nacionais e dez regionais– são responsáveis por R$ 3 bilhões e empregam 4,2 mil pessoas. Além dos números sobre o setor, o estudo traz um panorama da transição do mundo físico (vales em papel) para a bilhetagem eletrônica, que, entre outras coisas, aniquilou o co­mércio paralelo de vales.
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Estudo 2 – Hoje, 47% das cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes têm bilhetagem eletrônica, sendo que o vale-transporte é a principal fonte de financiamento para a operação de transporte ­ur­bano no país, responsável por quase 50% do faturamento do setor.
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Transportes – Segundo o vereador Marco Antônio Chico Preto (PMDB), os empresários do sistema de transporte coletivo de Ma­­na­us continuam es­con­­dendo informações im­­­­por­­tantes à sociedade. A Trans­­manaus Transpor­tes Urbanos, por exemplo, negou dados sobre os ônibus entregues pela empresa, no ano passado. Em requerimento enviado pelo seu gabinete, no dia 11 de dezembro de 2007, Chico Preto pediu que a empresa comprovasse o cumprimento do anexo 3 do Edital de Licitação – Concorrência nº 001/2007, no que se refere à idade e renovação da frota de veículos. O objetivo principal, de acordo com o parla­mentar, era constatar se os ônibus que foram entregues são realmente novos e se estão em boas condições.
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Transportes 2 – O anexo 3 estabelece que a empresa con­cessionária deve respeitar a idade máxima e média máxima, res­pectivamente, de dez e seis anos, tanto em microônibus, ônibus convencional e ônibus articulado. Diz ainda que nos seis primeiros meses de opera­ção, a concessionária deve dispor de, no mínimo, 75% da frota cadastrada e enqua­drada nas exigências de idade máxima e média máxima e, ao menos, 20% dos veículos deverão contar com menos de dois anos.
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Crescimento – O Sistema Coca-Cola Brasil registrou um crescimento de 16% no seu volume de vendas em 2007, comparado ao ano anterior, e vendas de 8,53 bilhões de litros de bebidas não alcoólicas, com faturamento de mais de R$ 12 bilhões. Com esta performance, o Sistema Coca-Cola Brasil manteve o ciclo de crescim

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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