Ceará quer interligar rodovias e ferrovia

Em: 5 de maio de 2009
Para otimizar a logística de cargas pesadas que deverão escoar pelo Ceará com a finalização da Ferrovia Transnordestina, o Governo do Ceará estuda implementar o arco rodo-ferroviário, projeto orçado em R$ 220 milhões
Para otimizar a logística de cargas pesadas que deverão escoar pelo Ceará com a finalização da Ferrovia Transnordestina, o Governo do Ceará estuda implementar o arco rodo-ferroviário, projeto orçado em R$ 220 milhões

Para otimizar a logística de cargas pesadas que deverão escoar pelo Ceará com a finalização da Ferrovia Transnordestina, o Governo do Ceará estuda implementar o arco rodo-ferroviário, projeto orçado em R$ 220 milhões.
A ideia é criar uma rodovia de 90 quilômetros, que parte da BR-116, corta as CEs 065, 060 e 020, até chegar à BR-222, próximo à entrada do Porto do Pecém, informou ontem Eduardo Diogo, diretor de Desenvolvimento Setorial da Adece (Agência de Desenvolvimento do Ceará).
“Esse projeto já existia e o Estado está adaptando para fazer do arco rodoviário um arco rodo-ferroviário, ou seja, a partir do traçado da Transnordestina, nós vamos adaptar essa rodovia para que ela siga o mais próximo possível do traçado da ferrovia”, dis­­se.
Este e outro projetos foram apresentados ontem em uma reunião fechada entre o governo do Estado e técnicos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), na Secretaria do Planejamento e Gestão.
Na prática, o arco vai melhorar o fluxo de transporte na RMF (Região Metropolitana de Fortaleza). O diretor da Adece avalia que o anel viário está “estrangulado” para cargas pesadas e, mesmo com a duplicação das vias, continuará sendo muito metropolitano.

Redação

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