A CNI (Confederação Nacional da Indústria) prevê um crescimento de 2,4% para a economia em 2009, abaixo dos 5,7% estimados para este ano.
Segundo a confederação, a desaceleração da economia já será sentida no último trimestre de 2008, quando a economia deverá registrar um resultado negativo de 1,5%.
Em relação à indústria, o PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas no período) do setor deve crescer 1,8% no próximo ano, depois de registrar expansão de 6% em 2008.
Desemprego deve aumentar
A entidade também prevê um aumento na taxa de desemprego, de 7,9% neste ano para 8,2%. Ainda assim, abaixo do registrado verificado no final de 2007 (9,3%).
Em relação a outros indicadores econômicos, a CNI projeta inflação de 4,8%, próxima da meta de 4,5% para o ano, e taxa de juros de 11,25% no final de 2009 (hoje, a Selic está em 13,75%).
O dólar comercial deve fechar o próximo ano cotado a R$ 2,25.
As exportações vão ficar em US$ 170 bilhões, abaixo dos US$ 198 bilhões previstos para este ano. O saldo da balança comercial (diferença entre exportações e importações) ficará em US$ 15 bilhões, ante US$ 24 bilhões em 2008.






