Comércio de roupas e acessórios é o ramo que mais atrai pequenos negócios

Em: 11 de agosto de 2022
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No ano passado estavam ativos 783 mil comércios de roupas e acessórios tocados por MEIs (microempreendedores individuais). Esse é o tipo de negócio mais procurado por esses empresários, segundo o Atlas dos Pequenos Negócios publicado pelo Sebrae. O número representava 7% dos 11,2 milhões de empresas administradas por MEIs em 2021.

O comércio de roupas e acessórios também liderou a lista entre as opções das micros e pequenas empresas, com 248 mil negócios formalizados nesse segmento, o que representava 3,4% das 7,2 milhões de empresas desse porte ativas no ano passado.

Embora o Comércio encabece a lista de opção dos empreendedores, é o setor de Serviços que mais cresce e que agrega o maior volume de pequenos negócios.  

Em 2021, Serviços reunia metade de todos os microempreendedores individuais do país e 41% das micros e pequenas empresas, de acordo com o Sebrae.

Entre as 20 atividades com maior número de MEI no ano passado, doze estavam em Serviços, cinco no Comércio e três na Construção Civil. Já entre as micros e pequenas empresas, das 20 atividades com maior concentração de negócios desse porte, dez estavam em serviço, nove em comércio e um na construção civil.

Segundo Carlos Melles, presidente do Sebrae, a opção por serviços é crescente porque os custos envolvidos nas atividades desse segmento são menores. “Enquanto nos setores de Comércio e Indústria o empreendedor tem um custo inicial com a compra de equipamentos e produtos ou aluguel de espaço, em Serviços, a empresa, muitas vezes, cabe na própria bolsa. Atividades como cabeleireira, chaveiro, produção de quentinhas, por exemplo, podem ser realizadas na rua, na casa do cliente ou do empreendedor”, diz.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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