Estamos em plena crise provocada pela pandemia de coronavírus, que se torna ainda mais grave por questões estruturais –buraco nas contas públicas. E, nas relações de consumo, grande parte do consumidor dependerá de entrega domiciliar de produtos e serviços, além de muita higiene e álcool em gel nos locais que continuarem recebendo clientes, como bancos, supermercados e farmácias.
O mercado já está sofrendo os impactos desse surto mundial, mas vê oportunidades surgindo para muitos comerciantes e prestadores de serviços realmente ampliarem a parceria com o consumidor. Porque um dia a pandemia será contida, os preços do petróleo se ajustarão e as Bolsas de Valores voltarão aos recordes positivos.
Há algumas áreas que sofrem mais do que as outras, pois dependem da movimentação física de pessoas para entretenimento. São elas, a arte, cultura, turismo e eventos esportivos. Companhias aéreas, hotéis, restaurantes, bares, clubes e casas de espetáculo terão de ser muito criativos para reduzir o impacto negativo em seus resultados e, até mesmo, fugir da falência.
Provavelmente, terão perdas que nunca serão compensadas, mesmo quando as coisas voltarem ao normal, pois ninguém irá inúmeras vezes ao cinema para compensar os filmes que deixou de ver e, assim, por diante.
À espera de que o governo Federal anuncie mais providências para garantir o abastecimento de gêneros de primeiríssima necessidade, como alimentos e medicamentos, o comércio começa a se ajustar.
Em período de resguardo, companhias aéreas, Azul, Gol e Latam, além das internacionais, em flexibilizar suas políticas para alteração ou cancelamento de voos.
Multiplicar o acesso a álcool em gel nos bancos, supermercados, farmácias e padarias é outra boa prática que já está sendo tomada. Também devem estar disponíveis em postos de combustíveis. Ou seja, é um mundo novo, em que muitos manuseiam itens, como dinheiro em espécie.
Em locais cuja frequência seja opcional, como academias de ginástica, a sugestão é que elaborem planos de manutenção mínima do treinamento, como aulas em vídeo, a fim de que seus alunos possam se exercitar em casa ou em um parque. Será uma maneira de praticar exercícios minimamente, enquanto o coronavírus não for controlado.
Entregadores de comida, bebida e outros itens devem trabalhar com luvas, máscaras e carregar álcool gel. Isso protegeria os entregadores e os consumidores.
Situações como a que o mundo enfrenta atualmente podem ter somente componentes como sofrimento, medo, perda de convívio e de renda. Mas há como ficar menos sombrias, se as pessoas adotarem algo sempre exaltado, mas não tão praticado: a solidariedade humana. As informações são da Folha Online.







