Comércio tem maior alta do ano em agosto

Em: 4 de setembro de 2009
A atividade do comércio teve uma expansão de 6,3% em agosto, no comparativo com o mesmo mês de 2008, registrando a maior taxa de crescimento do ano, segundo os dados divulgados na quinta-feira, 3, Serasa Experian
A atividade do comércio teve uma expansão de 6,3% em agosto, no comparativo com o mesmo mês de 2008, registrando a maior taxa de crescimento do ano, segundo os dados divulgados na quinta-feira, 3, Serasa Experian

A atividade do comércio teve uma expansão de 6,3% em agosto, no comparativo com o mesmo mês de 2008, registrando a maior taxa de crescimento do ano, segundo os dados divulgados na quinta-feira, 3, Serasa Experian.
Os segmentos de móveis, eletroeletrônicos e informática, impactados favoravelmente pela retomada do crédito ao consumidor e pelas isenções tributárias, avançou 13,7%, sendo os principais destaques em agosto.
Tecidos, vestuário, calçados e acessórios, beneficiado pelas temperaturas médias mais baixas do inverno deste ano e pela maior preferência dos consumidores por esses itens no Dia dos Pais deste ano, teve acréscimo de 11,7%.
Do outro lado, o destaque na queda continua sendo o segmento de material de construção, com recuo de 15,4%, seguido pelo setor de combustíveis e lubrificantes -retração de 3,2% na comparação anual.
Em agosto, no confronto com o mês anterior, o varejo cresceu 0,7%, mantendo o ritmo de expansão registrado em julho, considerando os dados com ajuste sazonal.
O levantamento mostra que houve crescimento de 1,4% na atividade do segmento de combustíveis e lubrificantes, aumento de 0,8% no setor de material de construção e avanço de 0,7% em móveis, eletroeletrônicos e informática. O destaque negativo ficou com veículos, motos e peças, que apresentou uma queda de 1,9% em agosto frente ao mês imediatamente anterior.
No acumulado do ano, o indicador aponta crescimento de 4,3%, liderado pelo setor de móveis, eletroeletrônicos e informática, com alta de 10,1%. Em seguida, aparecem tecidos, vestuário, calçados e acessórios (3,0%) e veículos, motos e peças (2,6%). Os únicos segmentos que apresentaram queda nesse comparativo foram o de combustíveis e lubrificantes (-1,7%) e o de material de construção (-13,8%).

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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