Em abril, os produtos vendidos pela web ficaram mais baratos. Segundo dados do e-flation, divulgados nesta sexta-feira, 18, houve queda de 1,7% nos preços. Além disso, o índice que mede a inflação do comércio eletrônico, calculado pelo Provar (Programa de Administração de Varejo), instituição ligada à FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo), apontou uma deflação de 11,87% no acumulado dos últimos 12 meses.
De acordo com o Provar, o principal item de deflação, em abril, foi verificado na categoria de CDs e DVDs, com 3,78%, seguida por informática, que registrou 2,52%, telefonia e celulares, com 2,22%, e livros, com 1,7%.
Também houve deflação nas cestas de linha branca (1,63%), cine e foto (1,53%), perfumes e cosméticos (1,29%), eletroeletrônicos (1,17%) e brinquedos (0,09%). Apenas a categoria eletroportáteis registrou inflação de 0,53%.
“As variações de preços apuradas no e-Flation refletem um ambiente mais competitivo, onde o consumidor pode pesquisar, rapidamente, as ofertas oferecidas por diferentes empresas”, apontou o coordenador geral do Provar, Claudio Felisoni de Angelo.
Composição
do índice
Os itens que compõem a cesta de cada uma das categorias são aqueles que, sendo os mais anunciados entre os sites mais procurados, compõem o que se chama de “campeões de vendas”.
Os pesos das categorias são divididos da seguinte maneira: eletroeletrônicos (17,38%), informática (14%), CDs/DVDs e livros (ambos respondem por 11,37%), telefonia (11,28%), perfumaria (8,18%), eletroportáteis (8,13%), viagem e turismo (6,93%), linha branca (5,73%) e brinquedos (5,64%).
Já a aferição da inflação para automóveis nas vendas on-line é elaborada à parte, servindo como fonte de dados os sites das montadoras brasileiras. A cesta é composta pelos modelos populares de cada uma destas empresas, uma vez que estes são considerados os mais vendidos.







