Conab paga subvenção aos extrativistas do Amazonas

Em: 24 de junho de 2010
No ano passado, de acordo com o superintendente da Conab, Thomaz Silva, o programa beneficiou 917 extrativistas, com liberação de recursos na ordem de R$ 440 mil
No ano passado, de acordo com o superintendente da Conab, Thomaz Silva, o programa beneficiou 917 extrativistas, com liberação de recursos na ordem de R$ 440 mil

Por meio do Programa de Subvenção Federal ao Extrativista a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) já liberou, em 2010, a quantia de R$ 271.654,50 para associações e extrativistas de Nova Olinda do Norte, Boca do Acre, Carauari, Borba, Lábrea, Canutama, Pauini e Beruri.
A ação já beneficiou 448 extrativistas de Borracha e 52 de Castanha-do-Brasil, por terem comprovado que a venda foi efetuada por preço inferior ao mínimo fixado pelo governo federal, que é de R$ 3.50 kg para a Borracha e de R$ 1,05 kg para a Castanha-do-Brasil.
A produção subvencionada, até o mês de junho, foi de 127 toneladas de borracha e de 86 toneladas de castanha-do-brasil. No ano passado, de acordo com o superintendente da Conab, Thomaz Silva, o programa beneficiou 917 extrativistas, com liberação de recursos na ordem de R$ 440 mil.
Buscando garantir a sustentação de preços aos extrativistas, o MMA (Ministério do Meio Ambiente) e do MDA (Desenvolvimento Agrário) articularam a inclusão de alguns produtos na PGPM (Política de Garantia de Preços Mínimos), entre eles a borracha natural, açaí, piaçava e castanha-do-brasil.
Este instrumento de sustentação de preço é de responsabilidade do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e sua execução cabe à Conab, empresa pública, vinculada ao Mapa.
A documentação exigida ao extrativista é a DAP (Declaração de Aptidão ao Pronaf), nota fiscal de venda e CPF regular. Para cooperativas e associações é necessária a apresentação da DAP jurídica, nota fiscal de compra, certidões negativas do INSS e FGTS e conta corrente em banco oficial em nome da cooperativa.
A parceria com o Conselho Nacional dos Seringueiros, CEUC, ADS (Agência de Desenvolvimento Sustentável), com experiência na implementação da subvenção estadual, mais o empenho do Sistema Sepror, via Idam, na emissão das DAP’s, tem contribuído sobremaneira para a viabilização do pagamento da subvenção federal, afirmou superintendente da Cpnab/Amazonas, Thomaz Silva.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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