O presidente mundial da HP, Leo Apotheker, sinalizou ontem que se as reivindicações feitas pela Foxconn no Brasil forem aplicadas ao mercado, isso poderá determinar alguns planos de expansão da companhia no país.
“Se o governo brasileiro realmente expandir as condições, podemos procurar expandir nossos planos locais”, afirmou. No Brasil, a empresa produz servidores, em fábrica própria, e desktops, notebooks, netbooks e impressoras em instalações terceirizadas, entre elas as da Foxconn.
Uma das oportunidades para a HP seria trazer soluções de armazenamento e de rede.
Em visita ao Brasil, Apotheker afirmou que as operações locais são uma das prioridades da HP no mundo para desenvolvimento de negócios como serviços, software e hardware. Afirmou também que poderá fazer do centro de Pesquisa e Desenvolvimento que a empresa mantém em Porto Alegre um polo global de exportação de tecnologia.
Faturamento dos Brics
Hoje, os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) representam 11% do faturamento global da companhia, que no ano passado foi de US$ 127 bilhões.






