Confiança atinge segundo melhor nível

Em: 9 de agosto de 2010
O índice que mede a expectativa dos brasileiros com a economia atingiu em julho o segundo maior nível desde o início da medição em 2001, de acordo com os dados divulgados no final da semana pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).
O índice que mede a expectativa dos brasileiros com a economia atingiu em julho o segundo maior nível desde o início da medição em 2001, de acordo com os dados divulgados no final da semana pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).

O índice que mede a expectativa dos brasileiros com a economia atingiu em julho o segundo maior nível desde o início da medição em 2001, de acordo com os dados divulgados no final da semana pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).
O INEC (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor) cresceu 1,8% em relação ao mês anterior, para 116,8 pontos.
Os números acima de 100 indicam otimismo e a média histórica do índice é de 108,9 pontos. O otimismo pode ser explicado pelos bons resultados conquistados pelo Brasil no mercado econômico e pelo faot do País ter enfrentado a crise de forma fria e ter ultrapassado as metas. Segundo os especialistas, esse fator transformou o consumidor brasileiro em um comprador confiante.
O índice que mede a perspectiva de aumento de preços avançou 1,8% em relação a junho, com 43% dos entrevistados apostando em estabilidade.
A pesquisa mostrou mais confiança em relação ao desemprego. As respostas apontaram que 40% dos entrevistados acreditam em estabilidade do desemprego e 24% apostam em queda no índice.
Os dados da pesquisa revelam que o endividamento preocupa menos os brasileiros.
O indicador geral de otimismo com o endividamento subiu 2,9% na comparação com junho.
O crescimento econômico do país contribuiu para levar mais confiança em relação a renda pessoal e a situação financeira.
Os dois índices medidos apontaram melhora em relação a junho. Metade das pessoas entrevistadas acreditam que a renda não vai mudar e a situação financeira vá ficar estável. Já 36% acham que vão aumentar os rendimentos e 35% apostam em melhora na condição econômica.
O indicador que mostra as expectativas com relação às compras de bens mais caros registrou a segunda queda consecutiva.
Isso significa que diminui a intenção de compra, já que mais pessoas esperam que esse tipo de despesa vai diminuir, ou ficar estável.
A pesquisa ouviu cerca de 2.000 pessoas no período entre 23 e 27 de julho.
O índice de confiança é calculado com base na média ponderada pela frequência relativa de cada resposta a perguntas qualitativas referentes a fatores que afetam a intenção de consumo.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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