Confiança do consumidor se mantém estável

Em: 14 de agosto de 2008
Estabilidade na confiança do consumidor brasileiro é o que mostra o INC (Índice Nacional de Confiança ACSP/Ipsos) que, em julho passado, marcou 138 pontos, contra 139 em junho e 138 em maio passados, oscilando dentro da margem de erro de três pontos
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Estabilidade na confiança do consumidor brasileiro é o que mostra o INC (Índice Nacional de Confiança ACSP/Ipsos) que, em julho passado, marcou 138 pontos, contra 139 em junho e 138 em maio passados, oscilando dentro da margem de erro de três pontos

Estabilidade na confiança do consumidor brasileiro é o que mostra o INC (Índice Nacional de Confiança ACSP/Ipsos) que, em julho passado, marcou 138 pontos, contra 139 em junho e 138 em maio passado, oscilando dentro da margem de erro de 3 pontos percentuais.
A região Norte/Centro-Oeste, onde está à frente do agronegócio, segue bem mais otimista, com 158 pontos em julho, contra 155 em junho. A região Sul também continua a menos otimista, com 114 pontos em julho, contra 118 em junho. A região Sudeste ficou com 148 pontos em julho, contra 145 em junho e a Nordeste, caiu um pouco em julho, para 126 pontos, contra 131 em junho. “Provavelmente em decorrência da alta nos preços dos alimentos que pesa mais no bolso do consumidor da região, que tem um salário médio relativamente mais baixo”, observou Alencar Burti, presidente da ACSP (Associação Comercial de São Paulo) e CACB (Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil). A avaliação da situação econômica também permanece forte para 45% dos entrevistados e fraca para 29% dos entrevistados em julho. Da mesma maneira, os entrevistados estão otimistas em relação à sua situação financeira, que é boa para 38%, contra 34% que avaliam como ruim, em julho. Mais um dado otimista: para 58% dos entrevistados, em julho, a sua situação financeira vai melhorar nos próximos seis meses, contra apenas 8% que acreditam que ela vai piorar.

Clima bom no varejo

Para os bens de pequeno valor, as coisas vão bem, mas para os de maior valor, nem tão bem. Vejamos: a avaliação de compras de bens de maior valor, como imóveis ou carros, mostrou em julho passado que 38% estão menos à vontade para comprar, contra 31% mais à vontade. “Ainda é um desafio para a política econômica criar condições macroeconômicas para garantir a tomada de uma decisão para viabilizar uma compra de mais longo prazo”, observa Alencar Burti. Sobretudo, quando essa mesma avaliação para compra de bens de menor valor, eletrodomésticos, fogões, geladeiras e TVs, por exemplo, é bem mais positiva: 45% dos entrevistados em julho permanecem favoráveis, contra 30% menos favoráveis.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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