Confiança do consumidor sobe em março, mas diminui ritmo

Em: 24 de março de 2008
A menor expansão do crescimento do ICC “se deve a uma série de fatores, que vai desde a manutenção da taxa de juros em 11,25% ao ano e as incertezas das fortes oscilações na economia americana”.
A menor expansão do crescimento do ICC “se deve a uma série de fatores, que vai desde a manutenção da taxa de juros em 11,25% ao ano e as incertezas das fortes oscilações na economia americana”.

O ICC (Índice de Confiança do Consumidor) atingiu 147,9 pontos em março, alta de 0,4% em relação a fevereiro, informou a Fecomercio-SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) ontem. Em relação ao mesmo período de 2007, a elevação foi de 15,2% (128,3 pontos).
Em fevereiro, o ICC cravou seu maior patamar desde fevereiro de 2005, aos 147,3 pontos, um salto de 3,1% sobre janeiro, e um incremento de 9,5% sobre fevereiro do ano passado.
De acordo com a entidade, a menor expansão do crescimento do ICC “se deve a uma série de fatores, que vai desde a manutenção da taxa de juros em 11,25% ao ano e as incertezas das fortes oscilações na economia americana”.
O ICC varia de zero a 200 pontos, indicando pessimismo abaixo de cem pontos e otimismo acima desse patamar. Entre os indicadores que compõem o ICC, o ICEA (Índice das Condições Econômicas Atuais) ficou estável em 154 pontos e o IEC (Índice das Expectativas do Consumidor (IEC) subiu 0,7% em relação a fevereiro, para 143,7 pontos.
Na análise por renda, os paulistanos com ganho superior a dez salários mínimos estão menos otimistas: o indicador da percepção em relação ao futuro caiu 2% (144,7 pontos) e em relação ao presente, 1% (161,6 pontos), ambos ante fevereiro. O ICC recuou 1,6% (151,4 pontos). Já entre os consumidores com rendimentos inferiores a dez salários mínimos, o IEC em março subiu 2,3% (143,3 pontos) e o ICEA, 0,7% (150,1 pontos).

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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