Conselho autoriza participação estrangeira em três bancos

Em: 1 de agosto de 2008
O CMN (Conselho Monetário Nacional) autorizou que três instituições financeiras tenham participação acionária estrangeira. Pela legislação, a participação de estrangeiros em bancos brasileiros depende de autorização por meio de decreto presidencial.
O CMN (Conselho Monetário Nacional) autorizou que três instituições financeiras tenham participação acionária estrangeira. Pela legislação, a participação de estrangeiros em bancos brasileiros depende de autorização por meio de decreto presidencial.

O CMN (Conselho Monetário Nacional) autorizou que três instituições financeiras tenham participação acionária estrangeira. Pela legislação, a participação de estrangeiros em bancos brasileiros depende de autorização por meio de decreto presidencial.
O grupo gaúcho Randon, que atua na área de transportes, poderá estabelecer uma participação estrangeira de até 49% no banco múltiplo que será constituído pela empresa. Após a publicação do decreto presidencial com a autorização, serão concluídos estudos para a constituição do Banco Randon SA.
O Conselho Monetário também autorizou que o grupo francês BNP Paribas possa comprar 100% das ações do Banco BGN, com sede no Recife (PE).
O grupo francês também assumirá o controle da empresa de leasing do BGN. O banco pernambucano possui hoje ativos de R$ 1,54 bilhão. As ações foram vendidas ao BNP em troca de uma participação de 0,27% no capital do grupo estrangeiro.
Outra decisão do CMN diz respeito à financeira Topázio SA. Como o controlador do grupo é um brasileiro com residência no Uruguai, foi aprovada a participação estrangeira de 100% no banco múltiplo que será criado a partir da financeira. A financeira é administradora dos cartões convênios da bandeira Good Card.
O CMN autorizou ainda a injeção de mais R$ 3 bilhões na linha de crédito Revitaliza, operada pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), dentro da nova política industrial do governo.
Essa é a segunda parcela dos R$ 12 bilhões previstos para essa linha de crédito, que tem taxas subsidiadas pelo governo de 7% ao ano e prazo de oito anos com três de carência. Já haviam sido liberados outros R$ 3 bilhões anteriormente.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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