Crescimento positivo em 2007 leva setor a investi

Em: 15 de janeiro de 2008
“Um resultado semelhante só foi alcançado em 1997, quando os investimentos chegaram a US$ 1,4 bilhão
“Um resultado semelhante só foi alcançado em 1997, quando os investimentos chegaram a US$ 1,4 bilhão

De acordo com o Decon (Departamento de Estudos Econômicos) da Abigraf (Associação Brasileira da Indústria Gráfica), a indústria gráfica nacional deverá encerrar o exercício de 2007 com crescimento próximo a 4,5%. No acumulado dos últimos 12 meses (out/2006 a set/2007), a receita de vendas do setor atingiu R$ 16,95 bilhões (US$ 9,58 bi).

 A maior novidade ficou por conta da retomada dos investimentos. De janeiro a setembro de 2007, as importações de máquinas e equipamentos totalizaram US$ 1,05 bilhão, 150% acima dos US$ 419 milhões gastos no mesmo período de 2006. Os segmentos de impressão e flexografia somaram, respectivamente, US$ 445 milhões e US$ 233 milhões. “Um resultado semelhante só foi alcançado em 1997, quando os investimentos chegaram a US$ 1,4 bilhão. E poderemos alcançar este número até o fim do ano”, destacou o presidente da Abigraf Nacional, Mário César de Camargo.

 O ano também foi positivo em relação ao mercado de trabalho. De janeiro a outubro foram criados 7.056 novos postos. Desta forma, o setor deve encerrar o ano com o contingente de aproximadamente 197.500 pessoas empregadas em 19.550 empresas. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o crescimento foi de 3,2%.

Balança Comercial

 Se por um lado, a valorização do real frente ao dólar permitiu a expansão dos investimentos, por outro, derrubou as exportações, prejudicando a balança comercial. Depois de atingir excelente resultado em 2006, com saldo positivo de US$ 64,46 milhões (contra US$ 4,23 milhões negativos em 2005), o setor gráfico registrou déficit em sua balança da ordem de US$ 10,21milhões no período de janeiro a outubro de 2007.

 Tal resultado foi causado pelo aumento de 47% nas importações de produtos gráficos, totalizando US$ 247,36 milhões. Enquanto isso, as exportações no período analisado cresceram apenas cerca de 1%, somando US$ 237,15 milhões.

 Um ponto positivo foi a grande venda de embalagens ao mercado externo, que atingiu cerca de US$ 72,93 milhões no acumulado janeiro/outubro de 2007, superando as vendas de cadernos que totalizaram a cifra de US$ 62,00 milhões no período em questão. Artigo 139º publicado na coluna COMPETENCIAS, dia 16 de novembro de 2008 – Jornal do Commércio – Manaus-Am.
Paz de espírito e a natureza das emoções

Dentre os fatores que mais angustia as pessoas e as impede de tornarem-se produtivas em suas demandas profissionais e pessoais ou ainda, deixar a desejar com ser competitivo em sua caminhada rumo ao sucesso que tanto anseiam, atende pelo nome de pendências psicoemocionais. Isto por assim dizer, rende perdas de auto-estima de toda sorte. E em bom português, é exatamente a maneira como as pessoas resolvem ou adiam a resolução de problemas, suas questões de foro íntimo, conjugando, assim, o verbo da postergação e negação. Em outras palavras, deixar de dar solução a situações que se arrastam por anos, não é comportamento dos mais recomendáveis para profissionais ditos competitivos e que desejam construir um lugar no cenário mercadológico. Não solver problemas com os quais se sabe que vão desembocar em doenças psíquicas preocupantes, é no mínimo, uma atitude irresponsável, antiprofissional que o colaborador, o líder, empresário, precisam corrigir.

Sobretudo, encontrar caminhos para gerar soluções urgentes a demandas comportamentais inadequadas. Sob pena de amargarem índices nada animadores no que tange a perdas monetárias e psíquicas, de tal sorte que redundaria em prejuízos incalculáveis ao futuro que se deseja desenhar.

A luta pela sobrevivência tem sido pretexto, para discriminar e ceifar vidas

Segundo os estudos do autor Rui de Oliveira, em sua recente obra, salienta que segundo milênio ante de Cristo, instalava-se a civilização atual, cujas resoluções de seus problemas estruturais estava baseado na força, na violência e na desigualdade social. Uma vez instada a violência no seio da sociedade, esta não mais desapareceu. Ao contrario do que se pensa, esta fi

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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