O radialista, escritor e empresário Joaquim Marinho morreu no domingo aos 76 anos. Marinho vinha enfrentando complicações em razão da diabetes, Alzheimer e problemas cardíacos. Nascido em Porto, Portugal, ele veio para Manaus ainda garoto. Aqui, trilhou um caminho todo voltado para a cultura. Foi integrante do Grupo de Estudos Cinematográficos (GEC), cineclube criado nos anos 1960 na capital amazonense. Por anos foi dono de uma rede de cinemas no centro da cidade. Em 2013, recebeu o título de Cidadão do Amazonas concedido pela Assembleia Legislativa do Estado (ALE-AM).
O seu velório teve início partir das 20hs do domingo, no Salão Nobre do Palácio Rio Negro, na Av. Sete de Setembro.
O sepultamento será na seguna-feira, dia 3, às 16hs no cemitério São João Batista.
O governador do Estado, Wilson Lima, lamentou a morte de Joaquim Marinho, em Manaus. "Os amazonenses perdem uma importante referência na área cultural do nosso Estado. Com sua paixão pela arte, ele construiu seu nome em Manaus e norteou uma geração com seu ponto de vista particular sobre cinema, música e literatura", destacou o governador.







