A deputada federal Jusmari Oliveira do (PR-BA), acusada de infidelidade partidária, continuará no cargo. A decisão foi tomada, na terça-feira, pelo ministro Ari Pargendler, do TSE. Para o ministro, sua saída do DEM para o PR foi justificada. Com base no fundamento de que os mandatos eleitorais pertencem aos partidos políticos e não aos candidatos eleitos, o DEM ajuizou, no dia 6 de novembro de 2000, ação contra a deputada. No processo, o partido alegou que apesar da deputada ter comunicado sua desfiliação ao presidente nacional do partido, Jorge Bornhausen, no dia 28 de fevereiro de 2007, somente no dia 29 de março a parlamentar enviou a documentação para efetivar a mudança partidária.
O DEM sustentou que o pedido de desligamento de legenda política deve ser feito por escrito à direção municipal do partido e ao juiz eleitoral da zona em que for inscrito.
Deputada acusada de infidelidade consegue permanecer no cargo
Em: 20 de fevereiro de 2008
O DEM sustentou que o pedido de desligamento de legenda política deve ser feito por escrito à direção municipal do partido e ao juiz eleitoral da zona em que for inscrito.
Redação
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