Divisa dos EUA fecha cotada a R$ 1,78, em declínio de 0,11%

Em: 29 de janeiro de 2008
O afrouxamento da política monetária americana é visto como uma das principais medidas para evitar que a maior economia do planeta caia em uma recessão
O afrouxamento da política monetária americana é visto como uma das principais medidas para evitar que a maior economia do planeta caia em uma recessão

O mercado financeiro trabalha sob expectativa da reunião do Federal Reserve (banco central dos EUA), que iniciou ontem a reunião de dois dias para decidir a nova taxa básica de juros americana, hoje em 3,50%. A maioria dos analistas do setor financeiro estima um ajuste para 3% ao ano.

O afrouxamento da política monetária americana é visto como uma das principais medidas para evitar que a maior economia do planeta caia em uma recessão. O relativo otimismo de que o Fed deve referendar o mercado anima as Bolsas de Valores pelo mundo, incluindo a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo). E pelo terceiro dia, a taxa de câmbio recuou.

O dólar comercial foi negociado a R$ 1,782 para venda, em baixa de 0,11%, nas últimas operações desta terça-feira.
Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 1,890 (venda), com decréscimo de 0,52%.

Especialistas lembram que ampliação da “distância” entre juros americanos e brasileiros (que permanecem em 11,25% ao ano) deve tornar mais atrativos a aplicação de recursos externos em ativos financeiros do mercado doméstico, o que tende a valorizar a moeda brasileira frente ao dólar.

Profissionais de mercado notaram um mercado pouco movimentado, com poucas operações. “O mercado ficou bem parado pela manhã. Pouco depois, notou-se que houve cotações para uma entrada grande de dólares, por volta do meio-dia, e que deve ter afetado o mercado”, relata Glauber Romano, da corretora Intercam.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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