O mercado de câmbio negociou o dólar comercial a R$ 1,907 para venda, sem variação sobre o valor de fechamento de ontem. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 2,030 (valor de venda), estável sobre a cotação de fechamento anterior. O Banco Central realizou seu habitual leilão de compra e adquiriu moeda a R$ 1,9130 (taxa de corte).
O Federal Reserve, banco central dos EUA, seguiu as expectativas do mercado e manteve a taxa básica de juros em 5,25% ao ano. Em seu comunicado pós-reunião, a autoridade monetária mostra a preocupação habitual com a inflação, mas também declara que os “riscos de desaceleração do crescimento tiveram alguma elevação”.
Analistas ressaltaram que o Fed, ainda que tenha manifestado preocupação quanto aos problemas do setor de crédito imobiliário, não “carregou nas tintas”. Para esses profissionais de mercado, será preciso esperar a divulgação da ata, com os detalhes da reunião, para verificar até que ponto a autoridade monetária está realmente preocupada com os efeitos da crise das hipotecas sobre o restante da economia. O mercado futuro de juros cedeu, após um relativo “alívio” com a decisão do Fed. O contrato para janeiro de 2008 apontou juro de 11,11%, contra 11,11% anterior. No contrato de janeiro de 2009 a taxa projetada retraiu de 11,14% para 11,07%. E no contrato de janeiro de 2010 a taxa negociada recuou de 11,34% para 11,24%. O mercado avaliou de forma favorável o comunicado do Federal Reserve, banco central dos EUA, após a reunião em que a autoridade monetária manteve a taxa básica de juros em 5,25% ao ano. O Ibovespa, principal indicador da Bolsa brasileira, fechou em alta de 1,34%, aos 53.802 pontos. As ações valorizaram com volume expressivo de negócios: R$ 4,48 bilhões.
A taxa de risco-país, medida pelo índice Embi+ (JP Morgan), marca 188 pontos, com decréscimo de 4,56% sobre a pontuação final anterior.
Dólar comercial estabiliza e fecha cotado em R$ 1,907
Em: 8 de agosto de 2007
Analistas ressaltaram que o Fed, ainda que tenha manifestado preocupação quanto aos problemas do setor de crédito imobiliário, não “carregou nas tintas
Redação
Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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