Dólar comercial sobe 0,93% sobre a cotação anterior e fecha a R$ 1,725

Em: 7 de dezembro de 2009
O mercado de câmbio doméstico continua a dar mostras de “respeito” pelo piso de R$ 1,70. Durante os negócios da sexta-feira, a moeda americana chegou a ser vendida por R$ 1,701, segundo alguns corretores, na parte da manhã
O mercado de câmbio doméstico continua a dar mostras de “respeito” pelo piso de R$ 1,70. Durante os negócios da sexta-feira, a moeda americana chegou a ser vendida por R$ 1,701, segundo alguns corretores, na parte da manhã

O mercado de câmbio doméstico continua a dar mostras de “respeito” pelo piso de R$ 1,70. Durante os negócios da sexta-feira, a moeda americana chegou a ser vendida por R$ 1,701, segundo alguns corretores, na parte da manhã.
Mas dúvidas sobre os rumos da economia americana empurraram a taxa novamente para a marca de R$ 1,73, após três dias consecutivos de queda.
Dessa forma, o dólar comercial foi vendido por R$ 1,725 no encerramento do dia, o que significa um avanço de 0,93% sobre a cotação anterior. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado por R$ 1,830, em alta de 1,10%.
Pela manhã, houve um entusiasmo inicial com a notícia de que a economia americana perdeu muito menos empregos do que o esperado para novembro: 11 mil postos em vez dos 125 mil previstos por muitos economistas de bancos e corretoras. As Bolsas de Valores valorizaram com força, enquanto a taxa de câmbio caiu para R$ 1,70.
“No desenrolar do dia, o mercado começou a ‘abrir o índice’, e ver que a maioria das vagas abertas foi criada no setor público e de serviços. Praticamente não houve abertura de postos de trabalho no setor industrial e de construção civil. Esses setores são tradicionalmente muito importantes para a economia dos Estados Unidos, e foi nesse ponto que muita gente começou a questionar a recuperação da economia”, avalia Reginaldo Galhardo, diretor da corretora Treviso.
Para Galhardo, o mercado ainda conta com a possibilidade de novas medidas do governo caso a taxa de câmbio caia para R$ 1,69.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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