Dólar tem leve alta de 0,30% e fecha cotado para venda a R$ 2,277

Em: 18 de novembro de 2008
O mercado de câmbio negociou o dólar comercial a R$ 2,277 para venda, o que significa um acréscimo de 0,30% sobre a cotação de sexta-feira. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi vendido ao valor de R$ 2,450, com um avanço de 1,23%
O mercado de câmbio negociou o dólar comercial a R$ 2,277 para venda, o que significa um acréscimo de 0,30% sobre a cotação de sexta-feira. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi vendido ao valor de R$ 2,450, com um avanço de 1,23%

O mercado de câmbio negociou o dólar comercial a R$ 2,277 para venda, o que significa um acréscimo de 0,30% sobre a cotação de sexta-feira. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi vendido ao valor de R$ 2,450, com um avanço de 1,23%.
O Banco Central ofereceu aos bancos 10 mil contratos de “swap” cambial, que oferecem proteção contra oscilação da moeda. A oferta foi tomada integralmente pelos agentes financeiros, numa operação de US$ 494.6 milhões.
O mercado de câmbio operou fortemente pressionado durante a manhã, quando as Bolsas amargaram fortes perdas, já sob o impacto da notícia sobre a recessão japonesa.
À tarde, o resultado surpreendente da produção industrial nos EUA ajudou a minorar o mau humor predominante nos mercados, quando a taxa começou a operar perto das cotações mínimas do dia.
Entre as principais notícias do dia, o boletim Focus, preparado pelo Banco Central, mostrou que a maioria dos economistas do setor financeiro começou a rever para cima suas projeções para a taxa de câmbio: a cotação prevista para dezembro subiu de R$ 2,06 para R$ 2,10.
O primeiro pregão da semana foi marcado pela confirmação de que mais uma economia central caiu em recessão: o governo japonês confirmou a contração do PIB (Produto Interno Bruto) no terceiro trimestre deste ano. A Bolsa brasileira acompanhou de perto o mau humor predominante em Wall Street, em mais um pregão bastante esvaziado, com giro inferior a R$ 4 bilhões.
O termômetro da Bolsa, o Ibovespa, teve perdas de 0,20% no fechamento, aos 35.717 pontos. O giro financeiro foi de R$ 3,88 bilhões. Desde o final de outubro, a Bolsa brasileira tem patinado no patamar de 35 mil pontos e analistas não acreditam que o panorama se modifique até o final deste ano. “Aquele desespero inicial com a crise gerou muita reação exagerada (em setembro e outubro) mas parece que agora, o mercado encontrou um patamar meio sustentável entre 35 mil, 37 mil pontos. Eu acredito que a Bolsa, agora, entrou em uma fase de “andar de lado’ (oscilar sem firmar tendência) e deve ficar até o fechamento do ano”, comenta João Carlos Bercher, gerente de operações da corretora Petra, que aposta num Ibovespa abaixo dos 40 mil pontos no final deste ano.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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