Dólar tem leve baixa de 0,12% e fecha cotado para venda a R$ 2,321

Em: 4 de fevereiro de 2009
O dólar comercial foi negociado a R$ 2,321 na venda ontem, o que significa uma baixa modesta de 0,12% sobre a cotação anterior. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi vendido por R$ 2,470, queda de 1,59%
O dólar comercial foi negociado a R$ 2,321 na venda ontem, o que significa uma baixa modesta de 0,12% sobre a cotação anterior. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi vendido por R$ 2,470, queda de 1,59%

O dólar comercial foi negociado a R$ 2,321 na venda ontem, o que significa uma baixa modesta de 0,12% sobre a cotação anterior. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi vendido por R$ 2,470, queda de 1,59%.
O mercado de câmbio iniciou o dia ainda sob o “estresse” das más notícias da jornada anterior, mas após a abertura das Bolsas americanas, a tendência dos preços da moeda americana virou, enquanto a Bolsa de Valores paulista recuperou terreno. A taxa oscilou entre R$ 2,332 e R$ 2,307.

Contratos futuros

Profissionais das corretoras destacam que ainda existem muitos agentes financeiros que mantém contratos futuros de dólar, onde ganham com a alta da moeda dos EUA.
E que essa influência da “BM&F” (Bolsa de Mercadorias & Futuros) tem sustentado as cotações acima do patamar de R$ 2,30.
Outros analistas citam o cenário ainda nebuloso da economia global, sinalizado pelo giro magro de operações, para explicar o comportamento do preços. “O mercado ainda está à espera de uma definição sobre a situação da economia e está realmente andando “meio de lado’ ( jargão para oscilações sem tendência definida). O volume de negócios ainda não está muito aquecido e, às vezes, qualquer operação pode definir os preços do dia”, comenta Luiz Fernando Moreira, operador da corretora de câmbio Dascam.

Acordo de troca

O Banco Central entrou no mercado de moeda às 12h39 e vendeu moeda por R$ 2,3240 (taxa de corte).
O Banco Central também comunicou a ampliação do acordo de troca de reais por dólares com o Federal Reserve (FED, o banco central dos EUA) por mais seis meses, de abril para outubro deste ano. Esse acordo, firmado em outubro do ano passado, garante ao Brasil um reforço de até US$ 30 bilhões nas reservas internacionais.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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