Levantamento do Hospital das Clínicas de São Paulo apontou que 35% dos problemas auditivos detectados nos pacientes do hospital são resultantes de uso ecessivo de aparelhos eletrônicos.
No estudo ligado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que os casos de problemas auditivos diagnosticados na unidade estão relacionados a ruído, por exposição prolongada a sons potencialmente lesivos.
Os fones de ouvido são considerados pelos médicos os mais prejudiciais porque carregam sons de até 120 decibéis diretamente para o tímpano, colaborando com o aparecimento de zumbido (som intermitente ou contínuo), antes mesmo de provocar alguma perda auditiva perceptível.
Já os brinquedos eletrônicos vendidos no comércio chegam a emitir ruídos de 82 a 130 decibéis – intensidades maiores do que aquelas preconizadas para um trabalhador adulto. “Além dos problemas de audição, os abusos constantes de sons altos, causam irritabilidade, insônia, falta de concentração, agitação, taquicardia e ansiedade, entre outros sintomas”, afirmou a otorrinolaringologista Tanit Ganz.






