Embratel destina cerca de R$ 1 bilhão para substituição de tecnologias

Em: 7 de novembro de 2007
A nova geração de satélites tem mais potência e permitirá a ampliação do serviço. Em fevereiro do ano que vem, será lançado o Star One C2
A nova geração de satélites tem mais potência e permitirá a ampliação do serviço. Em fevereiro do ano que vem, será lançado o Star One C2

A Embratel, por meio de sua subsidiária Star One, vai lançar na próxima sexta-feira à noite um novo satélite da base de Kourou, na Guiana Francesa. Será o Star One C1, o primeiro satélite da nova geração da Star One, chamada de Série C, que vai substituir o Brasilsat B2 (lançada em meados dos anos 90), na posição de 65º Oeste e ficará a 36 mil quilômetros de altura a partir da superfície da Terra.

A nova geração de satélites tem mais potência e permitirá a ampliação do serviço. Em fevereiro do ano que vem, será lançado o Star One C2, que ocupará a posição 70º Oeste, no lugar do Brasilsat B1, lançado em 1994. Os novos satélites serão usados para transmissões de serviços de telefonia, televisão, internet, rádio e transmissão de dados.
O investimento da Embratel nos dois satélites da série C é de cerca de R$ 1 bilhão (mais de US$ 500 milhões), de acordo com a companhia. A Star One tem 80% de seu capital nas mãos da Embratel e os outros 20% são da GE.

O novo satélite foi fabricado pela Alcatel Space, na França,
Com quase o dobro da potência de seu antecessor, a cobertura do Star One C1 abrangerá não só o território do Brasil, também os demais países das Américas do Sul e Central e a Flórida, no sul dos Estados Unidos.
O Star One C1 tem 28 transponders (receptores e transmissores e sinais) em Banda C, 16 Banda Ku e um Banda X, que é uma freqüência exclusiva para uso militar. A partir da chegada à sua posição de órbita, o controle do satélite passa a ser feito pela equipe da Embratel na Estação de Guaratiba, no Rio de Janeiro, que segundo a empresa é o único grande te­leporto de satélites do país.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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