Empreendimento busca diferencial na qualidade

Em: 8 de maio de 2009
Com investimentos na ordem de R$ 15 mil, a Peixaria Poraquê atua no segmento de restaurantes há, aproximadamente, sete anos no bairro Santo Agostinho, zona Oeste de Manaus
Com investimentos na ordem de R$ 15 mil, a Peixaria Poraquê atua no segmento de restaurantes há, aproximadamente, sete anos no bairro Santo Agostinho, zona Oeste de Manaus

Com investimentos na ordem de R$ 15 mil, a Peixaria Poraquê atua no segmento de restaurantes há, aproximadamente, sete anos no bairro Santo Agostinho, zona Oeste de Manaus. Quatro meses atrás, sua expansão começou com a inauguração de uma filial nas proximidades da Lagoa do Japiim, zona Sul. Para a implantação da nova unidade, foram investidos R$ 35 mil.
De acordo com o proprietário do empreendimento, Marcelino Vasconcelos, a escolha da localização se deve à clientela. “Tanto no Santo Agostinho quanto no Japiim o público é muito bom, com uma renda acessível para o restaurante”, comentou o empresário. Segundo ele, no período de dois anos o restaurante obteve retorno do dinheiro investido para a inauguração.
A peixaria começou apenas com dois empregados e, atualmente, o quadro funcional conta com 40 funcionários entre garçons, cozinheiros e atendentes. Sem revelar números de faturamento, Vasconcelos contou que em média cada refeição sai em torno de R$ 25. A mais cara custa R$ 28, e a mais barata está na faixa de R$ 25. O prato mais procurado é o tambaqui.
Ainda segundo Marcelino, o principal atrativo da Peixaria Poraquê, considerada também como um diferencial perante os demais restaurantes, é a qualidade dos alimentos e o bom atendimento por parte dos funcionários. “Sempre temos clientes que voltam e costumam elogiar nosso atendimento. Fazemos questão de colocar o cliente sempre em primeiro lugar”, destacou.
A estratégia para se manter no topo perante a concorrência também está na qualidade dos alimentos comercializados. Vasconcelos contou que faz questão de conferir os produtos na hora da compra, para ter certeza de que os clientes irão consumir iguarias de boa qualidade.
O material é adquirido de fornecedores do interior do Amazonas e também por alguns atravessadores da capital.
Conforme Vasconcelos, uma das principais dificuldades enfrentadas pela empresa é no período de defeso. “Na falta do peixe ficamos praticamente em uma correria geral, mas sempre conseguimos sanar todos os problemas”, revelou o proprietário da Peixaria Poraquê.
De acordo com ele, as principais despesas são com o pagamento dos impostos tradicionais para qualquer estabelecimento e também com o salários dos funcionários.
A Peixaria Poraquê funciona de domingo a domingo no horário das 11h às 23h.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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