Empresas pretendem investir no crescimento da capacidade de produção

Em: 19 de junho de 2008
A expansão da capacidade de produção é o principal objetivo do setor de indústrias de transformação para a realização de investimentos neste ano, segundo a Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação da FGV (Fundação Getúlio Vargas).
A expansão da capacidade de produção é o principal objetivo do setor de indústrias de transformação para a realização de investimentos neste ano, segundo a Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação da FGV (Fundação Getúlio Vargas).

A expansão da capacidade de produção é o principal objetivo do setor de indústrias de transformação para a realização de investimentos neste ano, segundo a Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação da FGV (Fundação Getúlio Vargas).
O objetivo de expandir a produção foi citado por 56% das empresas consultadas pela FGV -maior freqüência relativa da série histórica reconstituída a partir de 1998.
“Esta opção de resposta vem sendo apontada com maior freqüência nos anos em que a indústria também prevê maiores taxas de investimento na expansão da capacidade produtiva, o que foi registrado em pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas no primeiro bimestre deste ano”, diz o documento.
O resultado, segundo a FGV, sinaliza “a sustentação das intenções de realização de investimento ao longo de 2008”.
O aumento da eficiência produtiva ficou em segundo lugar entre as razões apontadas pelas empresas para a realização de investimentos, com 28% -o percentual é o menor desde 2005 (26%).
A substituição de máquinas e/ou equipamentos foi citada como principal objetivo por 11% das empresas, contra 16% em 2007.
A proporção de empresas que dizem estar sem programa de investimentos atingiu o patamar mais baixo da série, 5% do total.
As industrias também temem menos o risco de terem de enfrentar dificuldades para atender as encomendas de seus clientes, mantido o ritmo atual de crescimento da demanda.
Das 845 empresas consultadas, 27% temem esse risco, devido a um eventual esgotamento da capacidade; em janeiro de 2005, o percentual havia sido de 29%, tendo subido a 31% no início deste ano. Outros 73% disseram não acreditar nesta possibilidade.
Das empresas que prevêem alguma possibilidade de não conseguir atender a todos os pedidos, 87% afirmam que o esgotamento se daria dentro dos próximos 12 meses.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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