Estratégia & Ação – Planejamento econômico regional

Em: 9 de maio de 2008
Levado pelos últimos acontecimentos, fatos sociais dos quais decorre o fato econômico e, envolto com sentimentos da dúvida e da incerteza.
Levado pelos últimos acontecimentos, fatos sociais dos quais decorre o fato econômico e, envolto com sentimentos da dúvida e da incerteza.

Levado pelos últimos acontecimentos, fatos sociais dos quais decorre o fato econômico e, envolto com sentimentos da dúvida e da incerteza, os quais trago sempre comigo, volto à carga textual sobre o que acredito ser a principal rota econômica para o Amazonas: planejar economicamente as regiões do Estado.
Também, questionado sobre a tecnicidade que abordo os temas tratados aqui na coluna, reporto-me ao senso comum e à ciência, visto que a realidade está envolta com essas questões. Contudo, o senso comum trata das ações, interações e reações de uma multiplicidade de agentes que interferem permanentemente no processo econômico, definindo expectativas, interpretando as causas e efeitos do ordenamento corrente de que participam. Assim, o homem entende o mundo em que vive, tanto no âmbito das relações com as forças da natureza, no que diz respeito às diferentes manifestações de sua interação social, através do conhecimento acrítico. Isso tudo difere da cientificidade que é crítica.
A responsabilidade pela prática da tecnicidade e da utilização do Planejamento Econômico quando da intervenção governamental com programas e projetos para desenvolvimento econômico em áreas locacionais do Estado, deve ser primordial para que as técnicas e os profissionais qualificados tenham as condições para buscar a prática do conhecimento científico.
Por que isto? Primeiramente, pela responsabilidade do agente com a sociedade. Em seguida, a busca da coerência estruturada da ação, com uma consistência que permita que a transparência das ações e atos, objetivando com que a realidade seja estruturada de forma a produzir os resultados esperados pela sociedade. Portanto, o Governo é um dos três agentes econômicos que tem um papel e função específica, além da responsabilidade que deve ter no trato dos recursos públicos que pertencem a sociedade como um todo.
Estudar o lócus real sob o aspecto econômico, como primeira iniciativa deve-se aferir as riquezas naturais existentes e potenciais, o estágio tecnológico dominante, procurando definir e estimar a capacidade do elemento humano em produzir, circular e consumir bens e serviços, para satisfação de suas necessidades e acumulação de riquezas.
O espaço econômico é caracterizado como um sistema de atividades complexas, tais como: (1) insumos para produção; (2) matérias-primas; (3) mão-de-obra; (4) processos e fases de industrialização da produção; (5) comercialização; (6) serviços de transporte e comunicação; (7) produção de alimentos; (8) educação, (9) saúde, e (10) infraestrutura, etc, etc, etc, resultantes da participação dos recursos naturais, situacionais, organizacionais e de capital estimulados pelo homem.
A economia regional segue alguns padrões pré-estabelecidos, intitulados como a definição internacional para aferição de padrões e níveis de vida, em cujos conteúdos estão inseridos doze elementos como: (1) saúde; (2) alimentação e nutrição; (3) educação; (4) trabalho; (5) emprego; (5) renda per capita; (6) transporte e comunicação; (8) habitação; (9) vestuário; (10) lazer e recreação; (11) segurança social e (12) liberdade humana, que são avaliados nos aspectos demográfico, geoeconômico, social e cultural.
Nos aspectos demográficos, busca-se estruturar dados da população como: (1) efeito ou Estado da população; (2) movimento da população: a) crescimento por vias naturais; b) taxa de natalidade; c) taxa de mortalidade; d) movimento migratório como: rural-urbana; rural-rural; urbana-rural e urbana-urbana; e) estrutura da população: composição etária; população ativa ou produtiva.
No estudo geoeconômico busca-se a tabulação e interpretação de dados relacionados com os: a) recursos naturais de: recursos básicos (tecnologia, fontes energéticas, reservas de minérios; reservas de metais preciosos; equipamentos para a industria); b) recursos de matérias-primas; c) recursos de subsistência de: fontes de energia (petróleo; gás natural; carvão; águas correntes, etc.); modal de transporte (rodoviários,

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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