Estudo revela poluição na orla

Em: 30 de agosto de 2011
Um estudo desenvolvido pela aluna do Ifam (Instituto Fe‑ deral de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas), Terlen Lana, está buscando averiguar o PH da água e o nível da contaminação encontrado na orla portuária de Manaus.
Um estudo desenvolvido pela aluna do Ifam (Instituto Fe‑ deral de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas), Terlen Lana, está buscando averiguar o PH da água e o nível da contaminação encontrado na orla portuária de Manaus.

Um estudo desenvolvido pela aluna do Ifam (Instituto Fe‑ deral de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas), Terlen Lana, está buscando averiguar o PH da água e o nível da contaminação encontrado na orla portuária de Manaus.
A pesquisa faz parte do Pibic Jr. (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica Júnior) da Fapeam (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas) em parceria com o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). Sob a orientação da professora, Sheylla Maria Luz, a estudante realizou os procedimentos científicos no porto da Manaus Moderna, Ceasa e São Raimundo.
Durante 10 meses, a estudante fez coleta nos três pontos onde verificou visível os níveis de poluição, principalmente advindas das embarcações. “Foi detectada uma quantidade significativa, devido às embarcações que, durante as suas viagens jogam seus resíduos diretamente na água causando poluição”, explicou. Para se ter uma ideia, durante a extração de óleos e graxas, o PH ficou na faixa de 5, 47 a 5,99 e a quantidade retirada de resíduos ficou de 8,95 a 126,00 mg/L. Os estudos foram divididos em quatro etapas: coleta, análise, armazenamento e relatório final.
Segundo a estudante, a conscientização é a maior aliada para diminuir o problema da poluição. “É necessário realizar um trabalho educativo junto à população que reside na beira dos igarapés, buscando alternativas para o depósito de resíduos, restos de comida e materiais”, afirmou.

O PH da água amazônica

O Rio Negro apresenta um elevado grau de acidez, com variações de PH 4,9 e 5,0 devido à grande quantidade de ácidos orgânicos provenientes da decomposição da vegetação. Durante toda a pesquisa ficou comprovado que o grau de PH não passa da escala 5.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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