O TLC (Tratado de Livre Comércio) entre o Peru e os Estados Unidos foi definitivamente aprovado na terça-feira com uma votação de 77 a favor e 18 contra no Senado americano.
A votação na tarde da terça-feira aconteceu depois de um debate de 10 horas que começou na segunda-feira.
A Câmara de Representan-tes já havia votado favoravelmente, no dia 8 de novembro passado, com 285 vozes a favor e 132 contra.
O intercâmbio comercial entre Peru e Estados Unidos alcançou US$ 8,8 bilhões em 2006 segundo cifras oficiais americanas.
Colômbia será a próxima
O próximo TLC a ser votado pelos parlamentares americanos deve ser com a Colômbia.
Segundo o presidente americano, George W. Bush, rejeitar o TLC com os colombianos seria “um insulto a um amigo”.
“A política americana pode ajudar a promover a democracia e a estabilidade (na América Latina) e se eu repito a vocês que se o Congresso não aprovar a TLC com a Colômbia será um momento desestabilizador”, disse Bush, em uma referência à necessidade dos americanos se apresentarem como contraponto à influência do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
Chile na OCDE
O ministro da Fazenda do Chile, Andres Velasco, afirmou ontem que as conversas com a OCDE (Organização para a Cooperação e o Desen-volvimento Econômico) estão avançando e que a presidente Michelle Bachelet pode assinar a adesão ao grupo em 2009.
“Temos confiança que em 2009 a presidente Michelle Bachelet vai poder assinar a entrada do Chile no clube dos países avançados”, disse o ministro em um encontro empresarial em Santiago.
Segundo Velasco, segunda-feira a OCDE formalizou um mapa do caminho para os países que vão negociar a adesão, que além do Chile são: Estônia, Eslovênia, Israel e Rússia.
A OCDE convidou formalmente o Chile há dois meses a fazer parte dela.
Velasco destacou que o grande desafio do Chile é se tornar um país desenvolvido e que este convite é um reconhecimento de suas políticas, mas também uma meta a ser atingida.







