Faturamento de setores de máquinas e equipamentos tem queda de 24,3% até julho

Em: 27 de agosto de 2009
A Abimaq (Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos), informou que o faturamento da indústria de máquinas e equipamentos brasileira caiu 24,3% entre janeiro e julho, na comparação com o mesmo período de 2008, para R$ 34,3 bilhões
A Abimaq (Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos), informou que o faturamento da indústria de máquinas e equipamentos brasileira caiu 24,3% entre janeiro e julho, na comparação com o mesmo período de 2008, para R$ 34,3 bilhões

A Abimaq (Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos), informou que o faturamento da indústria de máquinas e equipamentos brasileira caiu 24,3% entre janeiro e julho, na comparação com o mesmo período de 2008, para R$ 34,3 bilhões.
A queda é maior que a registrada no período anterior, de janeiro a junho, quando o faturamento teve retração real -descontada a inflação-de 23,6%. Os setores com o melhor desempenho no período foram os relacionados à indústria de infraestrutura e do petróleo, com crescimento de 11,6% no segmento de bombas e motobombas e aumento de 10,1% no de bens sob encomenda. O segmento de máquinas para madeira continua sendo o mais afetado pela crise, com queda de 71% no faturamento.
As exportações de máquinas e equipamentos nos sete primeiros meses do ano caíram 31,6%, para US$ 4,39 bilhões. A redução é muito mais acentuada que a das importações, que tiveram baixa de 11,5% no mesmo período, para US$ 10,77 bilhões.
Apesar da queda no acumulado do ano, o faturamento da indústria de máquinas e equipamentos vinha crescendo na comparação mês a mês, tendência que foi interrompida em julho. O faturamento real registrou queda de 9,8% ante junho, recuando para R$ 5 bilhões. Em comparação ao mesmo mês de 2008, o recuo foi ainda maior, de -26,3%.
De acordo com Luiz Aubert Neto, presidente da Abimaq, o desempenho negativo do mês de julho pode ser um sinal de que a saída da crise não será tão rápida quanto se esperava.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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