As férias continuam e uma sugestão para um roteiro cultural, nos finais de semana, é visitar espaços públicos que estão com várias exposições em andamento, tudo com entrada gratuita.
Começando pelo símbolo maior de Manaus e do Amazonas, o Teatro Amazonas, acontecem as exposições “Figurinos de Ópera”, “Camarim Cenográfico” e “Maquete do Teatro Amazonas”. De segunda a sábado, das 9 às 17 horas.
Apenas atravessando a avenida Eduardo Ribeiro, no Centro Cultural Palácio da Justiça, a exposição “Caso Delmo”, mostra o rumoroso crime do adolescente Delmo Pereira, que abalou a Manaus de 1952. De terça a sexta, das 13 às 17 horas. Domingo, das 17 às 21 horas.
Ainda na mesma região, no Largo de São Sebastião, o Centro de Artes Visuais Galeria do Largo expõe a “Cidade Santa Anita”, miniatura construída pelo historiador Mário Ypiranga Monteiro. Já a exposição “Euros do Risco ao Pixel”, apresenta vários trabalhos do chargista Euros Barbosa. De terça a domingo, de 17 às 21 horas.
Saindo do Largo e seguindo pela rua José Clemente, logo adiante está o Museu Casa Eduardo Ribeiro com a exposição “Acervo Cênico e Ambientação de Época”, no caso, a época em que Eduardo Ribeiro viveu e foi governador do Amazonas (1892 a 1894). De terça a sábado, das 9 às 17 horas. Domingo, das 9 às 13 horas.
Entre dois palácios
Descendo a avenida Eduardo Ribeiro, atingi-se a avenida Sete de Setembro. Para a direita se chega ao Palácio Rio Branco, antiga sede da Assembleia Legislativa. Subindo a Sete de Setembro, para a esquerda, se chega ao Centro Cultural Palácio Rio Negro, antiga sede do governo do Estado.
No Palácio Rio Branco acontecem as exposições “Síntese da História do Poder Legislativo no Amazonas” e “Traços nos Rastros da Política”, com charges de Elvis, Júnior Lima, Mário Adolfo, Myrria, Regi, Romahs e Miranda (in memorian). De terça a sexta, das 10 às 16 horas.
No trajeto entre o Palácio Rio Branco e o Palácio Rio Negro, está o Palacete Provincial, mas ele está fechado para reformas.
No Palácio Rio Negro são várias as exposições: “Poder Executivo nas Constituições do Estado”, “Mobiliário e Decoração do Palácio Quando Sede do Governo”, “Mobiliário de Época Compondo o Gabinete do Governador Eduardo Ribeiro”, “Símbolos do Estado” e “Galeria de Fotos dos Governadores”. De terça a sexta, das 13 às 17 horas. Domingo, das 17 às 21 horas.
Saindo do Palácio Rio Negro, pela porta dos fundos, chega-se ao Parque Senador Jefferson Peres. Além do passeio, ideal para a família e para as crianças, o Orquidário está com exposição de flores. De quarta a domingo, das 17 às 21 horas.
Passando por todo o Parque, na saída, pela parte de trás, chega-se ao Centro Cultural Usina Chaminé, belo prédio construído pelos ingleses em 1910 para tratamento dos esgotos de Manaus. Lá acontece a exposição “Aquarela dos Bumbás: do bumba meu boi aos bumbás de Manaus”, da artista plástica Nonata Silva. De terça a sexta, das 10 às 16 horas. Domingo, de 17 às 20 horas.
Saindo do centro
Fora do circuito central da cidade, dois outros espaços apresentam exposições. A Galeria de Artes do Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro, no sambódromo, está com a exposição “Evolução Plástica, da Arte Antiga à Arte Contemporânea”, do acervo da Secretaria de Cultura. De segunda a sexta, das 8 às 12 horas e das 13h30 às 17 horas.
No Centro Cultural Povos da Amazônia, localizado na praça Francisco Pereira da Silva, antiga Bola da Suframa, encontra-se o Museu do Homem do Norte e a exposição “Mostra de Esculturas Filhos da Nossa Terra”, do artista plástico Felipe Lettersten, acervo Pinacoteca do Estado. De segunda a sexta, das 9 às 17 horas.
PASSEANDO PELOS RIOS
Da cultura para a aventura. Quem quiser conhecer a cidade vista do rio Negro, nas balsas dispostas ao longo da Manaus Moderna, ficam atracadas várias pequenas embarcações que realizam tours pelo Negro e Solimões para ver o encontro das águas, o lago Janauari, botos e vitórias régias, em passeios que não duram mais de uma hora. Os preços começam a partir de R$ 100, e os grupos racham esse valor. Pode-se negociar. As embarcações são encontradas diariamente, junto às balsas. Importante: as embarcações devem ter cobertura, porque o sol amazônico é inclemente, e devem ter obrigatoriamente salva-vidas para todos os passageiros.







