Tudo indica que a era da genômica na medicina está começando. Nos Estados Unidos, por US$ 1 mil você já pode encomendar seu mapa genético em sites na internet. Ele indicará coisas que você deve evitar para eliminar ou retardar doenças degenerativas a que estará sujeito e também dirá muito sobre sua personalidade. É uma verdadeira jornada de autoconhecimento. Diferentemente dos mapas astrais, que se valem da posição dos astros para suas previsões, o mapa genético tem base científica: a herança genética que recebemos de nossos antepassados.
Até recentemente, a leitura do DNA custava US$ 300 mil e hoje custa uma fração desse valor. Com apenas US$ 1 mil você já pode saber o que tem dentro do seu código genético. Assim, você estará apto a driblar ou pelo menos poderá tentar evitar as doenças para as quais tenha predisposição genética, permitindo-lhe entender melhor as características que lhe conferem individualidade. Surgirá um novo tipo de medicina.
Propensão ao diabetes? Evite carboidratos e consuma mais fibra. Risco de ter problemas cardíacos? Comece a fazer exercícios, mude seus hábitos de vida, fuja das gorduras saturadas e passe a consumir alimentos saudáveis. De acordo com o professor Sérgio Pena, geneticista da Universidade Federal de Minas Gerais: “Ao contrário da medicina atual, cujo foco é a doença, a medicina genômica procurará manter a saúde das pessoas”.
O mundo do futuro da sociedade do conhecimento será baseado na ciência e na tecnologia. Os países que negligenciarem a educação de seu povo serão marginalizados. Estarão fadados a pagar o preço do atraso.
Sonho e realidade
O “espetáculo” do PIB em 2007, com crescimento de 5,4%, foi muito comemorado pelo governo. A ponto de o presidente Lula recomendar “euforia comedida” em um discurso para empresários. Os números são bons, mas, considerando um levantamento da Austin Rating, o país está longe de outros emergentes. Em uma lista de 39 nações, a expansão do PIB brasileiro no ano passado aparece em um modesto 23º lugar, muito longe, por exemplo, da China (1º) e da Índia (4º), que cresceram naquele ano 11,4% e 6,8%, respectivamente. Nosso crescimento ainda não se compara com o de outros países rivais.
Maiores intelectuais
O sociólogo e ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi selecionado como um dos 100 intelectuais públicos mais importantes da atualidade em uma lista divulgada no início deste mês pela revista britânica “Prospect”. FHC foi o único brasileiro a integrar a relação, que é ponto de partida para uma votação em que o público poderá selecionar os cinco nomes que consideram mais importantes. Entre outras personalidades, a lista da “Prospect” inclui nomes como o Papa Bento XVI, o semiólogo italiano Umberto Eco, o lingüista Noam Chomsky, o ex-vice-presidente dos EUA Al Gore, o filósofo alemão Jürgen Habermas e o escritor Mario Vargas Llosa. A votação para escolha dos cinco maiores intelectuais, entre os 100 selecionados neste ano, encerra-se no dia 15 de maio próximo.
Dirigir carro e celular
Segundo estudo da Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh (EUA), conversar no celular quando se está dirigindo um veículo reduz o grau de concentração do motorista em até 37%, levando-o a cometer erros semelhantes aos que ocorrem quando se dirige embriagado. O ato de dirigir com telefones celulares para conversar, discar e enviar texto tem sido motivo de preocupações ligadas à questão de segurança em vários países, inclusive no Brasil. Este estudo, contudo, é o primeiro a utilizar imagens de ressonância magnética para documentar o efeito de apenas ouvir o interlocutor durante uma ligação. A redução da atividade cerebral associada à direção de um veículo pode levar o motorista a se mover de maneira errática de uma pista para outra (erro comum entre motoristas embriagados), como foi verificado em testes feitos com 29 voluntários usando um simulador. O estudo, a ser publicado na revista especializada “Brain Research”, mostra que fazer ligações com tel






