Ford, GM e Chrysler garantem investimentos programados no Brasil

Em: 13 de janeiro de 2009
Os investimentos da Ford, GM (General Motors) e Chrysler programados para o Brasil serão mantidos, garantiram alguns executivos das três grandes montadoras dos Estados Unidos, durante a abertura do Salão do Automóvel de Detroit, no estado de Michigan(EUA)
Os investimentos da Ford, GM (General Motors) e Chrysler programados para o Brasil serão mantidos, garantiram alguns executivos das três grandes montadoras dos Estados Unidos, durante a abertura do Salão do Automóvel de Detroit, no estado de Michigan(EUA)

Os investimentos da Ford, GM (General Motors) e Chrysler programados para o Brasil serão mantidos, garantiram alguns executivos das três grandes montadoras dos Estados Unidos, durante a abertura do Salão do Automóvel de Detroit, no estado de Michigan (EUA). Richard Wagoner, presidente mundial da GM, disse que a montadora vai muito bem no Brasil, segundo maior mercado da marca fora dos EUA, e elogiou a criatividade da equipe brasileira, acrescentando que espera que o mercado volte rapidamente aos bons níveis de vendas registrados no primeiro semestre de 2008. Sobre a situação da empresa nos EUA, Wagoner disse que a empresa tem recursos suficientes para se manter até março, mas que pode ainda buscar uma nova ajuda financeira do governo americano, e garantiu que a GM continua procurando um comprador para a marca Saab.
Para Mark Fields, presidente da Ford para as Américas, o governo brasileiro agiu na hora certa ao reduzir o IPI (Imposto sobre Produção Industrial), e que a empresa está bastante confiante que a crise vai passar. A Chrysler também faz coro nessa aposta. O diretor geral para América Latina e Caribe, o mexicano Eduardo Mayoral del Valle, garante que os investimentos serão mantidos e citou como exemplo a importacão, via México, do sedã Trazo, produzido em parceria com a Nissan.
No último domingo, 11, durante a apresentação de seus novos modelos, a GM usou alguns funcionários, distribuidores e fornecedores que, numa simulação de protesto, fizeram uma espécie de “corredor polonês” com cartazes com dizeres “estamos aqui para trabalhar” e dados de consumo da nova linha de produtos que a empresa está lançando no salão. São funcionários que correm o risco de perder o emprego devido ao fechamento de fábricas, que continuara ocorrendo, e a venda de algumas marcas, como a Hummer. Do lado de fora, contudo, o protesto foi real, com ex-funcionários já demitidos.
Numa resposta às exigências do Congresso americano, para o empréstimo de US$ 13 bilhões, a GM apresentou modelos mais compactos e eficientes, com propulsão híbrida (que mistura motores elétricos com propulsores a gasolina) ou somente elétrica, que apresentam menor consumo e emissão de poluentes.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
Pesquisar