A Fundação Orsa, pertencente ao grupo homônimo, realiza atualmente um projeto de voluntariado com a Casa Vhida – AACH (Associação de Apoios à Criança com HIV), que promove o social por meio de suporte técnico, disponibilidade de trabalhadores voluntários e ajuda financeira. A assessora de comunicação do Grupo Orsa, Rosa Fonseca, explicou que faz parte da filosofia da empresa promover o desenvolvimento sustentável nas regiões onde atua em parceria com instituições sérias que fazem trabalhos de relevância para a sociedade.
Além da ajuda financeira de R$ 18 mil anuais e suporte técnico, a Fundação Orsa disponibiliza funcionários para a realização e trabalhos voluntários, como a descrição dos cargos da casa, feitos por Danielly Bruno; atualização do curso de brigada de incêndio, ministrado pelo supervisor de segurança do trabalho, Jefferson Medeiros, com o apoio do supervisor do controle da qualidade, Jéfferson Oliveira; manutenção elétrica - troca das luminárias de emergência e lâmpadas – realizada pelos colaboradores Edílson Nascimento e Silvio Vasconcelos, do setor de manutenção e a confecção de folders, para divulgação dos trabalhos da Casa Vhida, feito por Nivaldo Natale com as empresas que produzem material do tipo, na cidade. Como outras grandes empresas as doações feitas pelo Grupo Orsa são abatidas no Imposto de Renda, algo bastante feito por grandes empresas que ajudam projetos filantrópicos sem fins lucrativos.
Compromisso com a solidariedade
Para Rosa, esta parceria representa a realização do compromisso de construir sociedades sustentáveis, promovendo o equilíbrio econômico, ambiental e social. Ela informou ainda, que a fundação atua em ações semelhantes com outras instituições, espalhadas por diversos cantos do Brasil, como a parceria com a OELA (Oficina Escola de Lutheria da Amazônia), que transforma jovens em estado de vulnerabilidade social, em profissionais do ramo de confecção de instrumentos de corda.
Segundo a empresa, os principais objetivos do trabalho voluntário no Grupo Orsa são promover o engajamento dos empregados em ações sociais que transformem a realidade local das comunidades e do entorno dela, além de melhorar a qualidade de vida das pessoas; e fortalecer o exercício da cidadania nos empregados e estimular a sua participação social.
De acordo com Rosa, todos ganham com a prática voluntária. Os voluntários aperfeiçoam a capacidade de liderança, reflexão e cooperação e acabam desenvolvendo novas habilidades e competências, além da satisfação pessoal por realizar ações de interesse público. A melhoria nas relações interpessoais no trabalho e na vida, também são frutos no voluntariado. As organizações sociais, por outro lado, ganham com o fortalecimento e impacto da causa defendida e aumentam a sua rede de contatos.
Cerca de 600 crianças são atendidas pela instituição
A comunidade é beneficiada com as parcerias entre empresas e organizações sociais, pois auxiliam no melhor desempenho de projetos comunitários e na pauta de políticas públicas, além de colaborar na redução das desigualdades e maior integração da comunidade. E por fim, as empresas, segundo Rosa, ganham com a contribuição para a busca de soluções para os problemas sociais do país, dão oportunidade aos funcionários praticarem cidadania; potencializa identidade dos funcionários com a empresa e dá visibilidade e fortalecimento da imagem institucional interna e externamente.
Com as doações, cerca de 600 crianças atendidas pela Casa Vhida são beneficiadas, de acordo com informações da relações públicas da associação, Taianne Mafra. Taianne falou também de um projeto em estudo, para apadrinhamento das crianças, onde os padrinhos entrariam com uma ajuda mensal de R$ 100, ou semestral de R$ 600. Esta é uma ideia surgida ainda no final de 2009, mas vai ser discutida entre os gestores e parceiros da Casa, para posteriormente ser ou não botado em prática.






