O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), disse que não pretende extinguir os salários extras dos parlamentares recebidos no início e no final de cada ano –nos meses de dezembro e fevereiro–, conhecidos como 14º e 15º salários. Ele disse que não acredita “na possibilidade de acabar’’ com o pagamento dos dois salários em curto prazo. “Isso já vem de algum tempo e é adotado por várias Casas Legislativas no mundo afora. É uma maneira de remunerar os parlamentares. Não é tão simples assim como possam pensar’’, afirmou.
Apesar de ter dito que não pretende equiparar os salários dos senadores ao teto do funcionalismo público federal, que é de R$ 24,5 mil, Garibaldi afirmou que isso não significa acabar com o benefício dos salários extras. “Uma coisa é o aumento que rejeitei e outra é o pagamento dos parlamentares que não surgiu do dia para a noite”.







