Garibaldi descarta cortar extras de fim de ano

Em: 23 de dezembro de 2007
dezembro e fevereiro–, conhecidos como 14º e 15º salários. Ele disse que não acredita “na possibilidade de acabar’’ com o pagamento dos dois salários em curto prazo
dezembro e fevereiro–, conhecidos como 14º e 15º salários. Ele disse que não acredita “na possibilidade de acabar’’ com o pagamento dos dois salários em curto prazo

O presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), disse que não pretende extinguir os salários extras dos parlamentares recebidos no início e no final de cada ano –nos meses de dezembro e fevereiro–, conhecidos como 14º e 15º salários. Ele disse que não acredita “na possibilidade de acabar’’ com o pagamento dos dois salários em curto prazo. “Isso já vem de algum tempo e é adotado por várias Casas Legislativas no mun­­do afora. É uma maneira de remunerar os parlamentares. Não é tão simples assim como possam pensar’’, afirmou.

Apesar de ter dito que não pretende equiparar os salários dos senadores ao teto do funcio­nalismo público federal, que é de R$ 24,5 mil, Garibaldi afir­­­mou que isso não significa aca­­­bar com o benefício dos salá­­rios extras. “Uma coisa é o aumento que rejeitei e outra é o pagamento dos parlamentares que não surgiu do dia para a noite”.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
Pesquisar