Gastos com construção têm primeira alta em seis meses

Em: 5 de maio de 2009
Os gastos com construção nos Estados Unidos registraram uma leve alta no mês de março, a primeira desde o mês de setembro de 2008 e de acordo com o Departamento do Comércio, os gastos subiram 0,3% na comparação com o mês anterior
Os gastos com construção nos Estados Unidos registraram uma leve alta no mês de março, a primeira desde o mês de setembro de 2008 e de acordo com o Departamento do Comércio, os gastos subiram 0,3% na comparação com o mês anterior

Os gastos com construção nos Estados Unidos registraram uma leve alta no mês de março, a primeira desde o mês de setembro de 2008 e de acordo com o Departamento do Comércio, os gastos subiram 0,3% na comparação com o mês anterior, superando as expectativas de analistas, que previam uma queda de 1,5%.
No mês de março, os gastos totalizaram US$ 970 bilhões afirmou o departamento. O governo americano reviu os gastos no mês de fevereiro e informou que a queda foi estimada em 1% no mês, não de 0,9% como foi informado pelo governo no mês de abril.
Na comparação com os dados de março de 2008, a queda nos gastos com construção foi de 11,1%.
Puxou o indicador os gastos do segmento de construção não residencial, que tiveram uma alta de 2% no mês. Os principais foram os investimentos em projetos de infraestrutura, que incluem construção de usinas, hotéis e fábricas, segundo o Comércio.
No segmento de construção residencial, os gastos tiveram uma queda de 4,2%, para um total de US$ 258 bilhões, o que levou a atividade nesse setor ao menor patamar em 12 anos.
Por sua vez, as vendas pendentes de imóveis residenciais cresceram 3,2% em março, para 84,6 pontos. Este é o segundo mês consecutivo de alta no indicador, informou na quarta-feira a NAR (Associação Nacional dos Corretores de Imóveis, na sigla em inglês).
A venda de uma casa é considerada pendente quando o vendedor aceitou a oferta mas o negócio ainda não foi fechado. Normalmente, leva-se dois meses até a venda ser concluída.

Alta nas vendas

As vendas pendentes de imóveis residenciais nos Estados Unidos cresceram 3,2% em março, para 84,6 pontos.
Este é o segundo mês consecutivo de alta no indicador, informou ontem a NAR (Associação Nacional dos Corretores de Imóveis, na sigla em inglês).
No mês de fevereiro, as vendas pendentes de casas voltaram a crescer depois do recorde de baixa visto em janeiro de 80,4 pontos.

Preços caem nas regiões metropolitanas

Os preços de casas registraram forte queda em fevereiro, nas 20 principais regiões metropolitanas dos Estados Unidos, segundo pesquisa divulgada na semana passada.
O índice Standard & Poor’s/Case-Shiller -um dos principais indicadores do mercado imobiliário americano- recuou 18,6% no mês, ante queda de 19% em janeiro deste ano. Esta é a primeira vez em 25 meses que a queda ocorrida não é considerada recorde, de acordo com registro da pesquisa.
Em 15 cidades das 20 pesquisadas, os preços caíram mais de 10%.
Desde meados de 2006, o índice das 20 maiores cidades perdeu mais de 30,7%. Os dados mostram que a crise no setor imobiliário pode ter superado sua pior fase. “Com certeza, nós ainda precisaremos de alguns meses de pesquisa para determinar se os preços das casas estão finalmente voltando a crescer”, disse David Blitzer, diretor do comitê de pesquisa da S&P.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
Pesquisar