Glacial investe em duas novas gelaterias

Em: 7 de julho de 2008
Com a construção de duas novas gelaterias na capital, ambas na zona Centro-Sul de Manaus, a sorveteria Glacial pretende obter incremento de 20% nos negócios em 2008, comparado ao ano passado.
Com a construção de duas novas gelaterias na capital, ambas na zona Centro-Sul de Manaus, a sorveteria Glacial pretende obter incremento de 20% nos negócios em 2008, comparado ao ano passado.

Com a construção de duas novas gelaterias na capital, ambas na zona Centro-Sul de Manaus, a sorveteria Glacial pretende obter incremento de 20% nos negócios em 2008, comparado ao ano passado. A primeira delas, medindo 150 m2, está prevista para ser inaugurada ainda nesta semana, na avenida Djalma Batista, enquanto a outra será instalada na rua Pará.
A comercialização de sorvetes italianos consiste no principal diferencial desses empreendimentos,­ segundo informou o ge­rente-geral da empresa, José Antônio da Silva, que preferiu não revelar o valor do investimento. “O produto será vendido em todas as lojas da rede e terá o mesmo custo dos sorvetes com sabores tradicionais e ­regionais, ou seja, a casquinha a R$ 2,50 e cas­calhão a R$ 3”, destacou.
A outra loja deve ser lançada até o final deste semestre, com 300 m2 e já está sendo considerada uma das maiores do grupo. Silva disse ainda que com as duas novas gela­terias, a empresa pretende gerar em torno de 20 a 30 novos empregos. Atualmente a Glacial gera cerca de 200 empregos diretos e mais de mil indiretos.

Segmento é concorrido, avalia gerente

Com a chegada do verão amazônico, a Glacial pretende ampliar suas receitas. “Nós esperamos conseguir um incremento de 30% agora para a temporada de alto calor em Manaus”, re­velou José Antônio.
A empresa possui onze lojas no total espalhadas em pontos estratégicos de Manaus. Com a inauguração das duas gelaterias, a indústria almeja expandir o número de clientes. “A Glacial já atende a uma boa parcela da população em todas as suas unidades, e a nossa meta é aumentar o número de fregueses ou deixá-lo igual”, enfatizou o gerente.

Concorrência acirrada

Na avaliação do ge­rente-geral, o segmento de sorvetes em Manaus é muito concorrido. “O grande crescimento das vendas no nosso setor é muito sazonal. Logo, só sobrevive quem for muito bom e competente. Quem vende produto bom, com qualidade, e preço barato se estabiliza no mercado e tende a ampliar seus negócios”, comentou.
Hoje no segmento de sorvetes, a indústria Glacial detém 40% do market share do Amazonas. Há 30 anos no mercado, a Glacial foi indicada pela revista “Veja”, pelo terceiro ano consecutivo, como o me­lhor sorvete de Manaus.
A Glacial também distribui seus produtos para algumas cidades do interior do Amazonas. “Fornecemos sorvetes e picolés para Itacoatiara, Manacapuru e Presidente Figueiredo. Essas cidades são revendedoras das nossas mercadorias”, contou Silva.
A previsão é de que haja expansão dos negócios para outros municípios amazonenses no início do próximo ano. “Também pensamos em abrir novas lojas nas principais cidades do interior e que te­nham um bom desenvolvi­men­to”, destacou. O investimento para este projeto ainda não foi estipulado.

Contenção de custos

Conforme Silva, o sorvete fabricado pela Glacial é diferente dos demais sorvetes de Manaus. “O nosso sorvete se distingue dos outros comercializados na cidade porque é produzido com leite em pó. Nas outras indústrias, o sorvete é feito com trigo”, disse.
O gerente ainda contou que a indústria utiliza algumas estratégias para que o aumento no preço do leite em pó não influencie no preço dos sorvetes. “Quando isso acontece, nós tentamos segurar os nossos preços contendo alguns custos, como a diminuição no consumo de energia, por exemplo”, frisou Silva.
A Glacial é uma empresa regional com marca registrada em todo o território nacional. Também fornece seus produtos para hotéis manauenses, sorveterias e eventos, e brevemente pretende trabalhar com franquias.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
Pesquisar