O diretor adjunto da OMS (Organização Mundial da Saúde), Keiji Fukuda, afirmou na segunda-feira que ainda não há evidências de transmissão em larga escala do vírus da gripe suína, denominado oficialmente influenza A (H1N1), fora da América do Norte. Ele ressaltou, contudo, que há um movimento do vírus em direção ao hemisfério sul, onde a gripe suína pode virar uma epidemia com a aproximação do inverno, estação típica de surtos de gripes sazonais.
Casos confirmados
Segundo as últimas estatísticas da OMS, os casos da gripe suína confirmados em testes de laboratório chegam a 1.003, em 20 países. Estes números incluem 25 mortes no México e uma morte nos Estados Unidos.
Keiji Fukuda afirmou ainda que a maioria dos casos estão concentrados na América do Norte, já que os contágios registrados na Ásia, Europa e América Latina estão relacionados com pessoas que viajaram ao México.
Em relação a Espanha e Reino Unido, os dois países europeus com o maior número de pessoas infectadas pelo vírus da gripe suína, Fukuda ressaltou que se tratam de “casos relacionados com viagens”.







