Gripe suína pode ameaçar hemisfério sul no inverno

Em: 5 de maio de 2009
O diretor adjunto da OMS (Organização Mundial da Saúde), Keiji Fukuda, afirmou na segunda-feira que ainda não há evidências de transmissão em larga escala do vírus da gripe suína, denominado oficialmente influenza A (H1N1)
O diretor adjunto da OMS (Organização Mundial da Saúde), Keiji Fukuda, afirmou na segunda-feira que ainda não há evidências de transmissão em larga escala do vírus da gripe suína, denominado oficialmente influenza A (H1N1)

O diretor adjunto da OMS (Organização Mundial da Saúde), Keiji Fukuda, afirmou na segunda-feira que ainda não há evidências de transmissão em larga escala do vírus da gripe suína, denominado oficialmente influenza A (H1N1), fora da América do Norte. Ele ressaltou, contudo, que há um movimento do vírus em direção ao hemisfério sul, onde a gripe suína pode virar uma epidemia com a aproximação do inverno, estação típica de surtos de gripes sazonais.

Casos confirmados
Segundo as últimas estatísticas da OMS, os casos da gripe suína confirmados em testes de laboratório chegam a 1.003, em 20 países. Estes números incluem 25 mortes no México e uma morte nos Estados Unidos.
Keiji Fukuda afirmou ainda que a maioria dos casos estão concentrados na América do Norte, já que os contágios registrados na Ásia, Europa e América Latina estão relacionados com pessoas que viajaram ao México.
Em relação a Espanha e Reino Unido, os dois países europeus com o maior número de pessoas infectadas pelo vírus da gripe suína, Fukuda ressaltou que se tratam de “casos relacionados com viagens”.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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