Sempre na vanguarda do mercado, o grupo Top Internacional saiu na frente e iniciou esta semana em Manaus a utilização da tecnologia QR Code nas suas ações de marketing direto.
A primeira experiência com o que se pode chamar de ‘a evolução do código de barra’ acontece até o próximo dia 6 de fevereiro na loja do Manauara Shopping com produtos da linha Matis Púreté.
“O desconto e como funciona a promoção são informações que o cliente terá acesso utilizando o QR Code que está na vitrine da loja”, explica o supervisor de marketing do grupo, Aluísio Gonçalves.
Criado em 1994 pela empresa japonesa Denso-Wave para identificar peças na indústria automobilística, a ferramenta começou a ser utilizada em 2003 para adicionar dados a aparelhos celulares através de suas câmeras fotográficas. No Brasil, a tecnologia já é utilizada por marcas que realizam ações online.
QR Code que significa ‘quick response’ (resposta rápida), é um código de barras em 2D (bidimensional) que pode ser facilmente escaneado pela maioria dos celulares modernos equipados com câmera. Esse código é convertido num trecho de texto (interativo), um endereço URL, um número de telefone, e-mail ou um SMS.
Fonte de publicidade
Existem diversos aplicativos que criam e interpretam o QR Code disponíveis na internet, a maioria deles de uso gratuito, facilitando a popularização dessa tecnologia. Na publicidade, é usada em ações para promover marcas. Já se tornou comum ver o código estampado em embalagens de produtos ou mídia impressa, desta maneira, o leitor ou comprador pode apontar a câmera do celular com o aplicativo instalado e ser redirecionado para o site ou fan page da marca.
“A utilização de QR Code é uma tendência forte de mercado. Já é possível vê-lo em revistas e jornais e cada vez mais nos pontos de venda. Com essa ferramenta, podemos comunicar muitas informações e agilizar as vendas, é algo que está no início, mas que acaba virando um item forte de uma ação nos pontos de venda”, explica Aluísio Gonçalves.
Ele destaca que “essa tecnologia tornou-se a porta de entrada de informação, troca de dados e pagamento móvel, agora que o smartphone passa a agir como dispositivo primário para a interação do consumidor”.






