Grupo Garcia vai produzir notebook no DI

Em: 9 de abril de 2008
A empresa GBR Componentes da Amazônia vai iniciar as atividades em Manaus no dia 15 de maio. Inicialmente a indústria vai operar com até 700 tra balhadores.
A empresa GBR Componentes da Amazônia vai iniciar as atividades em Manaus no dia 15 de maio. Inicialmente a indústria vai operar com até 700 tra balhadores.

O Grupo Garcia trabalha para iniciar no dia 15 de maio deste ano as atividades de seu novo empreendimento, a empresa GBR Componentes da Amazônia Ltda. A nova indústria, destina-se a produção de produtos eletrônicos terceirizados e de marca própria como notebooks, por exemplo.
As máquinas e equipamentos destinados a produção já estão disponíveis em Manaus e em fase de instalação. Inicialmente, a GBR possuirá estrutura instalada para operar com até 700 trabalhadores.
“A fábrica está sendo construída para atender tanto os pré-requisitos técnicos das normas brasileiras, quanto internacionais. O nosso foco é de terceirização de serviços de manufatura para grandes empresas e visamos atender clientes que atuam nos segmentos eletroeletrônicos, como produtos de áudio e vídeo em geral, entre outros.” explicou o grente-geral industrial da empres, Albert Sampaio.
A direção da empresa não divulgou o valor do investimento, mas adiantou que todo o capital é inteiramente de origem amazonense. “Podemos garantir que todo investimento financeiro é de origem local, o que certamente já está propiciando o desenvolvimento econômico e tecnológico da nossa região”, garantiu Sampaio.
A nova unidade está sendo instalada na avenida Buriti, Distrito Industrial, local onde funcionava a fábrica de relógios Mondaine, em uma área de 34 mil metros quadrados, mas o espaço destinado às instalações fabris já atingem a área de 7,8 mil metros quadrados. As obras já estão em fase final de acabamento.
Quanto aos produtos da marca exclusiva da GBR, o executivo informou que ainda está sendo elaborada a logomarca própria e que o preço dos aparelhos ainda está em fase de estudos no mercado brasileiro. “O que podemos garantir é que serão aparelhos de alta definição, qualidade e preços competitivos”, garante o executivo.
 
Mercado
local
O notebook é um dos produtos que a indústria instalada no PIM (Pólo Industrial de Manaus)  mais aposta para os próximos anos. Algumas empresas como a taiwanesa Proview apostam forte no segmento, principalmente nos aparelhos populares. Ainda sem nome definido, a Proview pretende colocar no mercado um notebook  que sairá da fábrica inicialmente pelo valor de R$ 800.
Segundo o diretor industrial Proview, Jorge Cruz, o novo aparelho é pequeno, leve e não é destinado a aplicações pesadas. Inicialmente a Proview colocará 2.000 mil unidades no mercado ainda na segunda quinzena deste mes.
Além da expansão  natural do mercado brasileiro, o governo federal também deseja ver os notebooks nas escolas. Para isso, já publicou licitação para adquirir inicialmente 150 mil unidades. De olho na expansão desse mercado que a empresa GBR está fincando seus negócios em Manaus.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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