A Heineken Brasil teve destaque no desempenho da companhia, principalmente na contribuição do aumento do volume global de Heineken, que localmente cresceu 87% em relação a 2010. No país, a empresa obteve crescimento de mais de 6%.
Segundo Jean-François van Boxmeer, Presidente do Conselho Executivo e CEO da companhia, a estratégia de aumentar significativamente o investimento nas marcas e em inovação para impulsionar valor a longo prazo e crescimento de volume ajudou a empresa a entregar o volume orgânico e o crescimento de receita em todas as cinco regiões.
“Nossa ativação bem-sucedida da marca Heineken® e os investimentos em marcas globais, como Desperados e Strongbow Gold apoiaram os ganhos de participação globais. Nossa taxa de inovação chegou a 4,1% no final de 2011 e estamos no caminho certo para atingir nossa meta de 6% em 2020”, afirma o executivo. Jean-François também lembrou que a marca Heineken® continuou a superar o segmento premium internacional e o mercado de cervejas em geral com performances particularmente fortes no Brasil, China, França, Nigéria e Vietnã.
O CEO afirmou que no próximo ano, a Heineken continuará a investir em suas marcas e em sua capacidade global de fazer negócios. A companhia pretende investir em mercados emergentes para manter o ritmo de crescimento. Na Europa, continuará a alavancar a posição de liderança através da estratégia de crescimento de valor .
Perspectivas para 2012
A empresa prevê um aumento aproximado de 6% no custo dos insumos por hectolitro, refletindo principalmente no aumento de preços da cevada maltada. A companhia espera mitigar esse impacto através da implementação das iniciativas planejadas de crescimento das receitas, assim como dos atuais programas de ganhos de eficiência em curso.
As Américas
O crescimento orgânico no volume de cervejas do Grupo reflete os maiores volumes no Brasil, no Caribe, no Chile e na Argentina, que contrabalançaram os menores volumes nos EUA. Com base nos valores pró-forma nos últimos 12 meses, o volume de cervejas do grupo na região das Américas cresceu 1.7%.






