Implodir

Em: 10 de março de 2020
O povo está com Bolsonaro, ou seja, com quem pensa na Nação, não deixa roubar
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O povo está com Bolsonaro, ou seja, com quem pensa na Nação, não deixa roubar

É com sentimento de profunda tristeza que assistimos parte da imprensa livre encontrar-se afastada de seus deveres elementares, tais como: informar com isenção, investigar com profundidade e, ainda, não se manifestar de acordo com os interesses escusos dos patrões. A liberdade de expressão constitui cláusula pétrea de nossa Carta Magna, impondo a todos o dever de lealdade para com o povo; informando o fato concreto sem tendenciosidade. Infelizmente, não é isto que assistimos hoje, o que nos envergonha; até porque uma imprensa zelosa terá credibilidade, enquanto a outra que ignora a verdade, age com desprezo e falta de lealdade, tentando induzir o povo a acreditar que a meia verdade ou a notícia manipulada constituem-se em verdades absolutas. Por isso, hoje a descrença em grande parte da mídia tem suas razões de ser, o que mostra o descrédito existente, face a postura inadequada que não respeita o presidente da Nação, eleito democraticamente; além de se omitir em relação a vários fatos que demonstram o sucesso de Bolsonaro.

 Na verdade, a eleição de Bolsonaro fora um duro golpe para os derrotados nas urnas que passaram a travar com o governo uma batalha imoral, própria dos canalhas, posto que o objetivo sempre fora enlamear Bolsonaro. Assim, Maia Alcolumbre e Toffoli passaram a formar uma triunvirato com o torpe objetivo de provocar a queda do Presidente, sem antes tentarem impor um parlamentarismo branco; visando implodir a gestão de Bolsonaro; além de só colocarem na pauta matérias contrárias à operacionalidade do governo federal.

Em decorrência  de fatos estarrecedores e de atitudes imorais o povo irá para  as ruas. Basta de mentiras e de leviandades, enfim, dessas mazelas herdadas do regime petista que em 14 anos dilapidara os cofres da Nação, da Petrobrás e do BNDES, liquidara com os correios e agora tenta ardilosamente derrubar um governo onde não há corrupção, nem roubo. É triste termos uma  população desinformada, porém mais triste é sentirmos na pele o quanto fomos enganados e roubados. Por isso, o povo está com Bolsonaro, ou seja, com quem pensa na Nação, não deixa roubar, nem permite que o dinheiro vá para o ralo, tendo cortado todas as mordomias. Se transformaram o Bolsonaro em palhaço, seus eleitores não se sentem ofendidos porque antes ser o Bozo do que ser conhecido como ladrão  dos cofres públicos. A indignação é muito grande para com o Congresso e o STF; o primeiro porque age em benefício próprio, além de pretender governar; o segundo porque defende os criminosos e alimenta a impunidade. Não é este o País que queremos e os derrotados nas urnas, inclusive parte da mídia que é comunista, sendo alguns de triste passado, deveriam todos respeitar o Presidente, eis que somos uma democracia.

Por outro lado, Maia nunca fora um pacificador, mas um articulador que não perde a chance de puxar o tapete de Bolsonaro, ora deixando caducar MPs importantes, ora se revelando comprometido com outros oportunistas sempre visando restabelecer o “toma lá, da cá” enterrado pelo governo que escolhera seus ministros com base na capacidade técnica. Na verdade, Maia não passa  de cínico ao não assumir publicamente seu compromisso com a esquerda; e de traidor ao andar propagando o parlamentarismo pelas costas do povo brasileiro. Hoje o povo já acordara e defenderá o atual regime presidencialista, indo às ruas no dia 15 de março. Afinal, respiramos o ar da democracia; acreditamos num Judiciário justo e numa imprensa livre, mas responsável… e quanto ao Congresso só nos resta lamentar.

Alfredo Andrade é ex- Conselheiro Federal da OAB/AM nos Triênios 2001/2003 e 2007/2009 – OAB/AM A-29  

 

Alfredo Andrade

é escritor e advogado, autor do livro Página Virada - Uma leitura crítica sobre o fim da era PT
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