O índice que apura o desempenho dos principais indicadores econômicos americanos teve alta de 0,6% no mês de julho, quarto ganho consecutivo após sete meses de declínio, segundo dados divulgados na quinta-feira pelo instituto privado de pesquisa Conference Board.
O indicador, nos seis meses até julho, registrou alta de 3% -o que representa uma elevação anualizada de 6,2%-, ganho substancial em relação à queda de 2,8% (no cálculo anualizado, o dado representa queda de 5,4%), de acordo com o instituto.
Seis dos dez indicadores que compõem o índice tiveram desempenho positivo em julho: “spread” dos juros, média de horas trabalhadas semanais no setor manufatureiro, índice de entregas de fornecedores, preços de ações e novas encomendas de bens de capital fora do setor de defesa a manufaturas.
Já os indicadores que tiveram contribuição negativa foram: oferta real de dinheiro, expectativas do consumidor e alvarás de construção. O indicador de novas encomendas de bens e materiais a manufaturas manteve-se estável no mês passado.
Déficit menor
A Casa Branca vai reduzir sua estimativa de déficit no orçamento em 2009 para US$ 1.58 trilhão, o que representa uma queda de US$ 262 bilhões em relação à previsão oficial, informou na quarta-feira, um funcionário da administração do presidente Barack Obama.
O Escritório de Orçamento da Casa Branca anunciará a revisão quando publicar suas estatísticas sobre o primeiro semestre do ano, na próxima semana, disse o funcionário, que pediu para não ser identificado. Em maio passado, o governo preparou um orçamento de US$ 3.99 trilhões, com previsão de déficit de US$ 1.84 trilhão, o que constituía um importante aumento do gasto público, em meio a uma das piores crises econômicas da história dos Estados Unidos.
A redução do déficit é atribuída ao fato da administração estar gastando menos que o previsto com o socorro aos bancos e ao setor financeiro em geral.







