Inflação perde força na segunda semana de julho

Em: 19 de julho de 2010
O IGP-10 (Índice Geral de Preços-10), medido pela FGV(Fundação Getulio Vargas), variou 0,05%, em julho, percentual que representa uma forte desaceleração em relação ao índice de junho, de 1,3%
O IGP-10 (Índice Geral de Preços-10), medido pela FGV(Fundação Getulio Vargas), variou 0,05%, em julho, percentual que representa uma forte desaceleração em relação ao índice de junho, de 1,3%

O IGP-10 (Índice Geral de Preços-10), medido pela FGV(Fundação Getulio Vargas), variou 0,05%, em julho, percentual que representa uma forte desaceleração em relação ao índice de junho, de 1,3%. Do início do ano até julho o IGP-10 acumulou alta de 5,6% e, nos últimos 12 meses, de 5,44%.
Dados divulgados na sexta-feira, 16, pela FGV mostram que, dos três indicadores que compõem o IGP-10, o IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) foi o que mais caiu em relação ao mês anterior, registrando 0,02% em julho contra 1,68% de variação em junho. O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) registrou deflação de 0,17% em julho, confirmando a tendência apurada em junho, quando o indicador ficou praticamente estável, com variação de -0,01%.
O terceiro indicador do IGP-10, o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) registrou variação de 0,72% em julho. No mês anterior, a taxa ficou em 2,01%.
O IGP-10 mede a evolução dos preços no período compreendido entre o dia 11 do mês anterior e o dia 10 do mês atual.

Deflação semanal

Mensurado também pela FGV, o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor-Semanal) registrou deflação de 0,13% na segunda semana de julho. Na semana imediatamente anterior a queda havia sido de 0,08%.
Das sete classes de despesa que compõem o índice, três registraram recuo ou deflação na passagem da primeira semana de julho para a segunda: alimentação (de -0,73% para -0,96%), vestuário (de 0,20% para 0,03%) e transportes (de -0,14% para -0,15%).
Os grupos que apresentaram aumento de preços foram: saúde e cuidados pessoais (de 0,48% para 0,55%), despesas diversas (de 0,6% para 0,74%) e educação, leitura e recreação (de -0,03% para 0,05%). Os principais itens que contribuíram para este resultado foram: artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,57% para 0,73%), mensalidade de TV por assinatura (de -0,92% para -0,24%) e excursão e turismo (de 1,94% para 3%).
O grupo habitação registrou a mesma taxa da última apuração: 0,22%. O item material para reparos de residência variou de 0,15% para 0,5%, enquanto mobiliário registrou variação de 0,61%, ante 1,01%, na última apuração.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
Pesquisar