Investimento em educação é melhor escolha para o sucesso

Em: 13 de maio de 2009
Em tempos de instabilidade na economia mundial, é necessário controlar gastos e estabelecer critérios para priorizar aquilo que realmente for mais importante
Em tempos de instabilidade na economia mundial, é necessário controlar gastos e estabelecer critérios para priorizar aquilo que realmente for mais importante

Em tempos de instabilidade na economia mundial, é necessário controlar gastos e estabelecer critérios para priorizar aquilo que realmente for mais importante. Para alguns especialistas no assunto, o ideal é que se organize o planejamento dos gastos. No momento, o mais recomendável é que se invista em educação.
De acordo com o especialista em finanças educacionais, Walter Alba, investir em educação nunca pode ser considerado um gasto, porque se faz isso pensando no futuro. “Um profissional que procura investir na sua educação, fazendo os mais variados cursos para a melhoria de sua qualificação profissional tende a atingir uma melhor posição no mercado de trabalho”, comentou.
Ainda segundo Alba, fazer os mais variados cursos técnicos, profissionalizantes e também graduações e pós-graduações ajudam em todos os momentos, até mesmo no que diz respeito a problemas e questões mais atuais como os de crise financeira mundial. O especialista destacou que lugares que se preocupam em investir em educação estão menos sujeitos a abalos relativos à instabilidade econômica. “China e Brasil podem sair muito fortalecidos da crise mundial, porque não são países pobres e estão bem estruturados com sistemas financeiros moderníssimos e empresas de ponta”, observou.
Na avaliação de Alba, o que mais importa para que as empresas possam se sentir fortalecidas em momentos de crise é encontrar mão-de-obra competente porque isso verdadeiramente faz a diferença. Para o especialista, a pessoa com capacitação é a chave para gerar um porto de segurança na instituição.

Educação no exterior

Pensando em encontrar melhores opções salariais, muitas pessoas decidem estudar fora de seu país. A intenção também é a ocupação de melhores cargos e obtenção de salários mais altos.
Conforme Alba, as pessoas que estão optando por estudar em países estrangeiros já têm como meta a educação de primeiro mundo. “Isso acontece há muito tempo e com bastante frequência, entretanto, no Brasil, muitas escolas já têm iniciativa de inserir a educação de primeiro mundo em suas grades”, afirmou o professor. Segundo ele, o Brasil não está deixando a desejar em educação quando comparado aos países com melhores estruturas. “O país já possui boas escolas e não precisa as pessoas saírem mais daqui. Tudo já está aqui dentro”, completou.
Na avaliação de Alba, investir em educação no exterior em tempos de crise não é tão aconselhável como já foi em outras épocas. O ideal é que a capacitação seja feita em seu próprio país e custeada com o próprio dinheiro.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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